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Várzea Grande

Kalil encaminha projeto do novo piso salarial para agentes de saúde e agentes de endemias

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Prefeito solicitou dos vereadores, a apreciação da proposta em regime de urgência para efetivar as medidas o quanto antes.

Várzea Grande – O prefeito Kalil Baracat encaminhou à apreciação urgente dos vereadores, o projeto de Lei que trata do Piso Salarial dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), que será elevado para R$ 2.424,00 (Dois mil quatrocentos e vinte e quatro reais) entre recursos do Governo Federal e do Tesouro Municipal de Várzea Grande.

“Com certeza eles darão um salto na qualidade nos serviços de saúde prestados em Várzea Grande, pois são profissionais fundamentais para a efetividade do Sistema Único de Saúde (SUS)”, explicou o prefeito Kalil Baracat, sinalizando que o Poder Executivo trabalha pela valorização de todos os servidores públicos que somente neste ano de 2022, receberam entre correção salarial, 7% e elevação de nível estimado em 5% para todos os servidores e 12,84% para os professores que também tiveram elevação de nível na totalidade do direito de cada funcionário.

Kalil Baracat lembrou que a Saúde Municipal teve e continua tendo uma atuação de destaque e com repercussão positiva, por causa da pandemia da COVID-19, quando foi exigido de médicos, enfermeiros, auxiliares até mesmo de servidores da área administrativa, serviço redobrado por causa das campanhas de vacinação e das exigências e cuidados redobrados.

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“São profissionais fundamentais e essenciais para as ações e políticas públicas do SUS para a integração entre serviços de saúde da Atenção Primária e a população e estão vinculados às Unidades Básicas de Saúde (UBS) que fazem o primeiro atendimento dos pacientes e onde são solucionados mais de 90% dos casos, deixando aqueles mais específicos ou em grau de urgência e emergência para as UPAs IPASE e Cristo Rei e para o Hospital Pronto-Socorro de Várzea Grande”, disse o prefeito Kalil Baracat.

O prefeito lembrou que Várzea Grande tem anualmente investido quase o dobro do que estabelece a legislação em saúde pública. A lei prevê 15% das Receitas Correntes, e a sua administração supera os 28%.

Os ACS devem estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde e a prevenção das doenças, de acordo com o planejamento da equipe, cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados, orientar famílias quanto à utilização dos serviços de saúde.

Já os ACE exercem o trabalho de prevenção de doenças como a dengue, chagas, malária, zika, Chikungunya, raiva, febre amarela, leishmaniose nas comunidades. Fazem vistoria de residências, depósitos, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais para buscar focos endêmicos. Inspeção cuidadosa de caixas d’água, calhas e telhados. Aplicação de larvicidas e inseticidas. Orientações quanto à prevenção e tratamento de doenças infecciosas. Recenseamento de animais. Essas atividades são fundamentais para prevenir e controlar doenças e fazem parte das atribuições do agente de combate de endemias (ACE).

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Segundo o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, a carreira dos ACS e ACE se tornou essencial em um país de dimensões continentais como o Brasil, para que a Saúde Pública ganhasse musculatura e solucionasse os problemas que mais afligem população, evitando a superlotação de unidades concebidas para os casos de urgência e emergência.

“A funcionalidade do SUS tem como concepção a atuação destes dois grupos de profissionais, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combates às Endemias (ACE), que se inter-relacionam entre si e com a população, facilitando assim o encaminhamento de medidas preventivas a serem adotadas pela própria população e até mesmo para o primeiro atendimento, para que cada uma das unidades de saúde possa então promover o atendimento necessário e na medida do possível a solução para os casos”, disse Gonçalo Barros.

Ele lembrou que as pessoas culturalmente procuram as UPAs e o Hospital Pronto-Socorro de Várzea Grande para casos que seriam facilmente solucionados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

“Se o sistema funcionar dentro do concebido, do estabelecido, teremos uma demanda menor, soluções mais eficientes e a saúde da população em melhores condições”, frisou Gonçalo Barros.

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Várzea Grande

Projeto Paz e Segurança na Comunidade Escolar leva reforço da Polícia Comunitária para EMEB Paulo Freire

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A novidade é que o projeto voltou com o reforço da Polícia Comunitária, da Polícia Judiciária Civil (PJC), que até o final do ano irá desenvolver com os estudantes projetos como ‘De Bem Com a Vida’ e ‘De Cara Limpa Contra as Drogas’.

Celly Silva – O Projeto Paz e Segurança na Comunidade Escolar, da Guarda Municipal em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, retomou nesta semana suas atividades na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Paulo Freire, localizada no bairro Jardim Glória 2, para trabalhar o tema das drogas com 474 alunos do 7º ao 9º ano. A novidade é que o projeto voltou com o reforço da Polícia Comunitária, da Polícia Judiciária Civil (PJC), que até o final do ano irá desenvolver com os estudantes projetos como “De Bem Com a Vida” e “De Cara Limpa Contra as Drogas”.

Nesta terça-feira (9), cinco investigadores de polícia e o delegado Jefferson Dias, coordenador da Polícia Comunitária, estiveram na unidade escolar apresentando o projeto para os adolescentes. Ao mesmo tempo, em outra turma, a coordenadora do Paz e Segurança na Comunidade Escolar, pedagoga Márcia Maria de Souza Oliveira, fazia outra palestra alertando sobre os malefícios das drogas para a vida.

A diretora da EMEB Paulo Freire, Rosiane Maria Costa Oliveira, explica que o período de 2 anos de aulas remotas, em que os alunos não contavam mais com a proteção oferecida pelo ambiente escolar, fez com que muitos voltassem com comportamento diferente. “Tudo veio fazer com que essas crianças ficassem à mercê do mundo nesses 2 anos e voltassem com uma personalidade totalmente diferente da que eles saíram antes”, diz.

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Diante da situação, a gestora escolar solicitou apoio do projeto da Guarda Municipal. “Do 7º ao 9º ano estamos vendo a necessidade de estar abordando esse tema porque se nós não cuidarmos das nossas crianças, o mundo abraça. E nós estamos vendo do portão pra fora essa questão”, relata.

De acordo com Márcia Oliveira, em suas conversas com os alunos, que têm entre 13 e 15 anos, os assuntos são tratados de forma aberta e realista. “Eu chamo para a realidade. Explico que o mundo das drogas é um mundo sem volta, arriscado a ficar preso ou morrer, que eles têm que tomar cuidado. Falo sobre a família, que uma mãe que gera uma criança não quer esse futuro para ele. Explico que estudar ainda é o caminho para o sucesso, para a felicidade”, conta, complementando que o trabalho de prevenção também abrange reuniões com os pais e com os professores, de forma separada.

Polícia Comunitária

Com várias frentes de trabalho, a Polícia Comunitária dentro das escolas aborda diversos aspectos, como explica o coordenador do projeto “De Bem Com a Vida”, o investigador de polícia Nilton Cardoso. “A gente passa de sala em sala demonstrando qual a filosofia da Polícia Comunitária, que é uma polícia de aproximação, prevenção e interação. No segundo momento, a gente vem com as palestras com vários focos. Primeiro, prevenção às drogas ilícitas e lícitas. Tem a “Rede Digital Pela Paz”, em que a gente tenta interagir com eles nas redes sociais; o “Papo de Homem”, pra gente ensinar aos jovens como identificar a violência doméstica. Essa abordagem com os projetos dura o ano todo, então nós vamos vir o resto do ano todo. Cada dia vamos trabalhar com uma ou duas turmas, no máximo”, afirma.

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O coordenador da Polícia Comunitária, delegado Jefferson Dias, destaca que a ideia é conscientizar os jovens de que o caminho das drogas é o caminho errado. “O direito de escolha é claro que é deles, mas a Polícia e a sociedade não querem isso, tanto é que eles estão dentro de uma escola fantástica, com identificação digital, banheiros limpos, tudo limpo e organizado, tempo integral, com alimentação […] Aqui é um lugar fantástico em que você consegue trabalhar o ser humano, a pessoa. Eu acredito muito no ser humano, que um adolescente desse tem uma vida inteira pela frente para ser alguém na vida”, assevera.

Com o início das atividades, a diretora da EMEB Paulo Freire se mostra otimista com relação à mudança de comportamento dos alunos e pessoas com quem têm contato. “Eles precisam ter consciência de que a escola não está sozinha. Mesmo estando em um bairro humilde, a escola não está sozinha, ela está protegida, os alunos estão protegidos, até porque é pra isso que a Polícia serve, não para dar medo e sim para proteger”, comenta.

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Kalil Baracat favorece mecanização do cultivo para pequenos produtores de Várzea Grande

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As comunidades rurais Sadia 1, Sadia 3, Formigueiro e Limpo Grande, onde vivem mais de 500 famílias, estão sendo beneficiadas pela ação da gestão, que visa fomentar a produção nas propriedades do município.

Celly Silva – Com o objetivo de melhorar a vida das famílias que vivem no campo, a gestão Kalil Baracat, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) e em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (SEAF), já disponibilizou dois tratores Massey Ferguson, um trator LS 50cv e dois microcultivadores para as comunidades rurais Sadia 1, Sadia 3, Formigueiro e Limpo Grande, onde vivem mais de 500 famílias. Em breve, mais um trator será entregue no assentamento Dorcelina Folador.

Esses maquinários mudaram a realidade de pequenos produtores, que antes tinham que pegar no cabo da enxada por horas debaixo do sol para lavrar alguns metros de terra e, agora, em pouco tempo, conseguem fazer o preparo do solo de uma área maior, com mais eficácia e melhores condições de trabalho.

Maria Aparecida da Silva, dona de uma área de 26 hectares no assentamento Sadia 3, onde planta abóbora, tomate, banana e cana-de-açúcar, já foi beneficiada com o preparo do solo de sua propriedade. “É uma melhoria porque o pequeno agricultor não tem condições de pagar funcionário para trabalhar no campo e com esse maquinário é uma ajuda pra nós, facilita bastante. Antes a gente quase não tinha condições de fazer plantio. Era 8 horas por dia trabalhando nesse sol para render quase nada de serviço”.

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O vice-presidente da Associação de Produtores do Sadia 3, Josemiro Gomes das Neves, já utilizou os tratores para arar as terras de alguns vizinhos de assentamento. “Através da Secretaria do Meio Ambiente chegou esse maquinário pra nós e eu tenho certeza que vai ser bem aproveitado. Os produtores têm nos procurado, já fizemos alguns serviços nas propriedades e temos que agradecer pelo pedido que nós fizemos e chegou o benefício”, afirma.

Além dos maquinários, a Prefeitura de Várzea Grande também oferece a manutenção e combustível dos tratores e microcultivadores, contratou um operador de máquinas e está em vias de contratar mais um e, no próximo dia 8, iniciará, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) e com o Sindicato Rural de Nossa Senhora do Livramento, o curso de operador de trator na comunidade Sadia 3, para que os próprios moradores possam utilizar os equipamentos. No total, a previsão é que R$ 700 mil sejam investidos por ano pelo Executivo municipal nesse projeto.

De acordo com o secretário Municipal Célio Santos, o objetivo é aumentar a produção dos pequenos agricultores que mais precisam de apoio. “O preparo do solo é uma forma da Prefeitura ajudar no cultivo de produtos oriundos da agricultura familiar, bem como o incentivo à diversificação, pois eles precisam buscar fonte de renda de diversas formas. Já se percebe uma mudança, apesar de se tratar de um processo que não é da noite para o dia”, explica.

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A agrônoma da SEMMADRS, Raphaela Maria Martins Soares, informa que o preparo do solo é uma etapa importante de qualquer tipo de cultivo. “O produtor precisa preparar o solo antes do plantio. Sem essas máquinas, ele teria que fazer um preparo manual, o que dificultaria e diminuiria a produção dele”, diz. A profissional destaca ainda que a equipe da Pasta tem levado outros serviços para as famílias rurais. “Nós estamos aqui no campo semanalmente, acompanhamos os produtores, avaliamos o que eles têm cultivado, damos assistência e orientações referentes ao plantio, pragas, doenças”, elenca.

Coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável da SEMMADRS, Jhonattan Luydd Fernandes Ferreira explica que além das comunidades onde estão os maquinários, pequenos produtores de outras regiões também podem solicitar o uso. “É preciso protocolar um pedido na Secretaria. A partir daí a gente faz um cronograma para poder atender a todos os produtores”.

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