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MANDIOCA/CEPEA: Esmagamento segue abaixo das expectativas

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Cepea, 20/06/2022 – A moagem de raiz de mandioca tem ficado abaixo do esperado pelos agentes da indústria de fécula neste período de safra, resultado da menor área plantada em anos anteriores. Segundo pesquisadores do Cepea, a disponibilidade de lavouras de segundo ciclo está baixa e o interesse pela colheita de lavouras de um ciclo, reduzido. Além disso, muitos agricultores já estão priorizando os trabalhos de plantio da safra 2021/22. Já do lado da demanda, a procura por parte da indústria de fécula continua fortalecida, o que tem levado empresas a intensificarem a disputa pela matéria-prima. Quanto aos preços, entre 13 e 17 de junho, a média da mandioca posta fecularia foi de R$ 838,64/tonelada, com leve recuo de 0,2% frente à da semana anterior, mas expressivos 70,7% acima da verificada há um ano, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Após criação de delegacia especializada registra queda de 18,5% em abigeato*

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Após a criação de uma delegacia com especialização em crimes no âmbito rural, o estado de Mato Grosso do Sul registrou redução no número de casos de abigeato. Houve queda de 18,5% no furto do gado bovino nas pequenas e grandes propriedades nos primeiros cinco meses de 2022, isso no comparativo com o mesmo período do último ano.

*Abigeato é uma espécie de crime de furto que envolve a subtração de animais, principalmente domesticados, como animais de carga e animais para abate, no campo e fazendas. A captura de animais selvagens normalmente não é associada com o mesmo tipo penal.

A Delegacia de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro) teve sua inauguração em setembro de 2021. Com sua sede na capital, Campo Grande, possui domínio em todo o estado, em busca de agilizar as investigações de crimes contra o patrimônio dos produtores rurais, como o furto de insumos, produtos agrícolas e gado.

Mateus Zampieri, o delegado titular da delegacia, ressalta a importância do trabalho da especializada e o uso de tecnologias em suas operações na repressão de crimes.

“O setor de inteligência ativo e atuante é fundamental, assim como a troca de informações entre as forças policiais, seja Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Militar. As inteligências precisam conversar, e isso que buscamos desde o primeiro dia de criação da Deleagro. Paralelamente, o contato com colegas de outros estados, onde já existe esse combate a crimes rurais, como em Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Minas Gerais, nós já temos estreitado muito, até porque o crime não tem fronteira”, explica.

Crimes de oportunidade

“Aqui em Mato Grosso do Sul, eu diria que 90% dos crimes de abigeato são os pequenos, de uma ou duas cabeças de gado. São os crimes de oportunidade, onde um criminoso sai, principalmente à noite, em estradas, procurando um gado que esteja vulnerável, de fácil acesso, e ele faz o abate ali mesmo e leva parte ou todo animal. Essa carne é comercializada em pequenos comércios, por vezes até em residências mesmo“, ressalta o delegado.

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Segundo o delegado, a Deleagro estava profundamente envolvida no levantamento de dados, isso antes da criação da unidade. “Um boletim de ocorrência pode ter uma ou dez cabeças de gado, mas para fins estatísticos, é um boletim de ocorrência. Quando tiver dez boletins de ocorrências, não quer dizer que foram levadas dez cabeças de gado, por outro lado, eu posso ter 50 boletins e 50 cabeças de gado furtadas, portanto, estes números anteriores à Deleagro, demandam tempo para mapearmos e entendermos o que foi efetivamente levado, o sistema não fazia essa diferenciação sobre quantas cabeças constavam em um boletim de ocorrência”.

De acordo com o mesmo, a delegacia vem trabalhando na implantação de um sistema que permita a especializada obter um levantamento e uma contabilização de dados no registro de boletins de ocorrência.

“O produtor não conta o seu rebanho toda semana, estamos falando de um estado com mais de 20 milhões de cabeças de gado, então a contagem, em via de regra, é feita nas épocas de vacinação, em maio e novembro, e são nestes momentos que ele vai dar falta dos animais, já que a última contagem foi feita há 6 meses, aí ele vem e realiza o boletim de ocorrência na delegacia”, afirma o delegado.

Zampieri conta um caso que ocorreu no estado e explica a importância da implementação desse sistema. “Tive um colega que registrou um boletim de ocorrência com 1.000 cabeças de gado e eu tomei um susto. Quando eu fui ver o histórico, era um levantamento dos últimos dez anos da fazenda de um produtor, só que para fins estatísticos, houve uma ‘explosão’ na subtração destes animais. Esse é um filtro que procuramos fazer, um trabalho minucioso para trabalharmos com números reais e combater o que ocorre hoje”.

Febre aftosa

O delegado disse que o estado também está preocupado com a saúde do rebanho, já que, no ano que vem, Mato Grosso do Sul será reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação.

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“A partir disso [reconhecimento do estado como zona livre], os cuidados passam a ser redobrados para que esse gado não entre de forma ilegal pelos países que fazem fronteira conosco. Então existe todo um trabalho preventivo de inteligência no estado, para mapear possíveis locais e evitar que esse contrabando de animais ocorra”, diz.

A Deleagro e a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) trabalham em conjunto, no apoio às operações policiais e no intercâmbio de informações, principalmente sobre o controle do rebanho.

Antes da criação do departamento especializado, não havia uma força policial que combinasse informações e criasse um mapa de dados. “Aqui na Deleagro, nós temos um núcleo de inteligência, que conversa com a Segurança Pública e com outros estados, principalmente os que fazem fronteira: Goiás, São Paulo, Paraná e Mato Grosso. Mato Grosso do Sul tem esse diferencial de termos países que fazem fronteira, como Bolívia e Paraguai, e por conta disso, o tipo de crime visto no estado de São Paulo, por exemplo, pode ser muito diferente, em função da nossa fronteira seca (sem rios ou lagos) e extensa, além do nosso bioma que é diferenciado, então é todo um trabalho de especificidade feito pela nossa especializada”, conclui Zampieri.

Furto de GPS de máquinas agrícolas

Por mais que a Deleagro tenha registrado um avanço significativo na repressão ao abigeato, a delegacia ainda enfrenta um grandioso contratempo, um novo tipo de crime. Com o problema do semicondutor global, commodity importante em diversos setores da indústria, os criminosos começaram a soltar implementos agrícolas, principalmente o GPS, que são essenciais para uma agricultura de precisão.

“São mais de 20 ocorrências de furtos de GPS de máquinas agrícolas em 2022, com pelo menos R$ 5 milhões em prejuízos diretos”, destaca Zampieri.

Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Empaer promove Encontro de Apicultura em Chapada dos Guimarães

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa de Extensão Rural (Empaer) realiza no dia 14 de julho, o Encontro de Apicultura, em Chapada dos Guimarães (a 67 km de Cuiabá). O evento tem como objetivo incentivar a cadeia produtiva, além dos produtos apícolas, e agregar valor a vários derivados do ramo.

O encontro será na sede da Associação dos Permacultores da Gleba Monjolo, das 8h30 às 11h, com café da manhã e almoço. Na programação, as palestras irão abordar temas sobre legislação, criação de abelhas, dentre outros.

Na prática, a Empaer vem fomentando junto à agricultura familiar a atividade que pode possibilitar a conservação ambiental, o desenvolvimento social e econômico dos municípios.

Sobre a cadeia produtiva

Mato Grosso ocupa o 14º lugar na produção de mel no País, com 466 toneladas por ano. O Estado explora apenas 0,3% do seu potencial apícola. A apicultura é uma atividade que acompanha a humanidade ao longo da sua história. Elas são essenciais para a manutenção da biodiversidade, a produção de alimentos e a vida humana, assumindo grande importância na manutenção da vida no planeta.

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Serviço

Dia de Campo de Avicultura

Data: 14 de julho, das 8h30 às 11h

Local: Sede da Associação de Pequeno Permacultores da Gleba Monjolo, em Chapada dos Guimarães.

Fonte: GOV MT

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