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Saúde

Ministério da Saúde conclui envio de vacinas Covid-19 para imunizar a população adulta de Mato Grosso com a primeira dose

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A partir de agora, nova etapa da Campanha Nacional de Vacinação terá envio de vacinas para dose reforço e redução do intervalo entre as doses

Milhões de brasileiros imunizados, milhares de profissionais de saúde trabalhando sem medir esforços, 38 mil salas de vacinação em todo país, em uma campanha de vacinação inédita no Brasil que chega a uma marca histórica. O Ministério da Saúde concluiu, nesta quarta-feira (15), o envio de imunizantes para vacinar, com a primeira dose, os mais de 158 milhões de brasileiros acima de 18 anos. Para garantir que toda a população adulta com mais de 18 anos seja vacinada com a primeira dose, a pasta envia mais 17,5 mil doses imunizantes da Pfizer/BioNTech para o Mato Grosso. 

Do Min. Saúde – Esse é o último lote com 1,1 milhão de doses de vacinas da Pfizer/BioNtech e fará o País alcançar essa importante meta. A conclusão da entrega será nesta quarta-feira (15). Com esta distribuição, o Brasil chega a mais de 265 milhões de doses enviadas às unidades federativas.

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Cada um dos 26 aviões que partiram com as doses de esperança representam a conclusão desta fase da campanha. Nas últimas pautas de distribuição, o Ministério da Saúde ajustou a quantidade de vacinas distribuídas às unidades da Federação considerando a população acima de 18 anos que ainda não havia tomado a primeira dose.

Desde o início da campanha de vacinação, Mato Grosso já recebeu 4 milhões de doses de vacinas Covid-19 – mais de 3 milhões foram aplicadas. 

Próximos passos

Finalizada esta etapa, a partir de agora, será possível seguir com os próximos passos da campanha de vacinação. O Ministério da Saúde começa a enviar vacinas para imunizar adolescentes, entre 12 e 17 anos, com comorbidades.

Além disso, a pasta também começa o envio das doses para o reforço entre os grupos prioritários, preferencialmente com a vacina da Pfizer. O reforço para idosos acima de 70 anos deve ocorrer seis meses após a segunda dose ou a dose única e as pessoas imunossuprimidas devem respeitar o intervalo de 28 dias após a segunda dose ou dose única. A redução do intervalo da Pfizer, de 12 para 8 semanas, também está previsto a partir de agora.

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Caso haja descumprimento das orientações do PNO, o Ministério da Saúde não pode garantir a distribuição de doses suficientes para completar o esquema vacinal de toda a população. Portanto, é essencial que as unidades federativas cumpram o que foi pactuado em reunião com representantes dos estados, municípios e Governo Federal.

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SP atribui causa da morte de adolescente vacinada contra a covid-19 à doença autoimune 

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A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta sexta-feira (17) que as análises técnicas indicaram que “não é a vacina a causa provável do óbito” de adolescente de 16 anos sete dias depois de ter sido vacinada contra covid-19, em São Bernardo do Campo (SP).

Por Camila Boehm – A causa provável, segundo a secretaria, foi atribuída ao diagnóstico de doença autoimune, denominada “Púrpura Trombótica Trombocitopênica” (PPT) e identificada com base no quadro clínico e em exames complementares.

“A PTT é uma doença autoimune, rara e grave, normalmente sem uma causa conhecida capaz de desencadeá-la, e não há como atribuir relação causal entre PTT e a vacina contra covid-19 de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer”, disse a pasta, em nota.

A análise foi feita de forma conjunta por 70 profissionais reunidos pela Coordenadoria de Controle de Doenças e do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE). Participaram especialistas em Hematologia, Cardiologia, infectologia e outros atuantes nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs) do estado.

Além disso, houve contribuição de representantes dos municípios de São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo, além dos Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) estadual.

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“As vacinas em uso no país são seguras, mas eventos adversos pós-vacinação podem acontecer. Na maioria das vezes, são coincidentes, sem relação causal com a vacinação. Quando acontecem, precisam ser cuidadosamente avaliados”, explicou o infectologista do CVE, Eder Gatti, que coordenou a investigação e que atua também no Instituto Emílio Ribas.

Vacinação contra a covid-19

A morte da adolescente foi divulgada ontem pelo Ministério da Saúde em coletiva de imprensa. A secretaria de Saúde de SP informou que os resultados da análise serão submetidos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A jovem morreu no último dia 2 e havia sido imunizada sete dias antes com a vacina da Pfizer, a única que tem autorização da Anvisa para jovens de 12 a 17 anos.

“Os eventos adversos graves, principalmente aqueles que evoluem para óbito, são discutidos com uma comissão de especialistas para se ter uma decisão mais precisa sobre a relação com a vacina. Quando um caso vem à tona sem que este trabalho esteja finalizado, cresce o risco de desorientação, temor, de rejeição a uma vacina sem qualquer fundamento, prejudicando esta importante estratégia de saúde pública que é a campanha de vacinação”, acrescentou Gatti.

A secretaria informou que pessoas com histórico de doenças autoimunes podem receber as vacinas contra covid-19 disponíveis no país, e devem consultar o médico em caso de dúvida. “A rede de saúde está orientada quanto à conduta de imunização de todos os públicos por meio de Documento Técnico do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE)”, disse, em nota.

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Anvisa

A Anvisa divulgou uma nota na noite de hoje infomrando que se reuniu com a Pfizer para tratar da suspeira de reação adversa grave ao imunizante da farmacêutica. Segundo a agência, na reunião não foram apresentadas “novas informações sobre o caso”.

Segundo a agência, mesmo com a  Nota Informativa pelo Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, que conclui não ser possível atribuir diretamente o óbito à vacinação, a Anvisa vai participar de uma ação de campo nos próximos dias em conjunto com autoridades locais de saúde para obter mais informações sobre a investigação do caso.

“Até o momento, os achados apontam para a manutenção da relação benefício versus o risco para todas as vacinas autorizadas no Brasil, ou seja, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos”, diz a nota da Anvisa.

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Conselhos de secretários de Saúde defendem vacinação de adolescentes

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A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) e os conselhos Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) se posicionaram nesta quinta-feira (16) pela continuidade da vacinação contra a covid-19 de adolescentes sem comorbidades.

Por Jonas Valente – As posições foram divulgadas em resposta à decisão do Ministério da Saúde de suspender a imunização desse público, mantendo apenas a aplicação de doses para pessoas entre 12 e 17 anos de idade com comorbidades, anunciada hoje.

Em nota, a SBIM afirmou que a medida gera receio na população e abre espaço para fake news. A entidade questionou as justificativas apresentadas pelo governo federal para rever a orientação.

Quanto à orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a sociedade lembrou que o grupo de especialistas da instituição considera que vacinas de RNA mensageiro, como a da Pfizer/BioNTech, são adequadas para pessoas a partir dos 12 anos de idade.

A SBIM acrescentou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso da vacina da Pfizer/BioNTech em pessoas com 12 a 17 anos de idade, incluindo os sem comorbidades.

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“De acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 1.545 eventos adversos entre os 3.538.052 adolescentes vacinados no Brasil até o momento (0,043%). Erros de imunização respondem pela absoluta maioria (93%)”, diz a nota.

Secretários de Saúde

O Conass e o Conasems, em nota, lamentaram as decisões do Ministério da Saúde. Os órgãos defenderam a autorização dada pela Anvisa e o uso em diversos países e disseram que a decisão do ministério foi tomada “unilateralmente e sem respaldo científico”.

“Enquanto executores desta importante política pública, Conass e Conasems, baseados nos atuais conhecimentos científicos, defendem a continuidade da vacinação para a devida proteção da população jovem, sem desconsiderar a necessidade de priorizar neste momento dentre os adolescentes, aqueles com comorbidade, deficiência permanente e em situação de vulnerabilidade”, conclui a nota.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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