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Municípios do Rio se unem para formar rede de cidades antirracistas

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Convênio inédito foi assinado hoje (20) pela prefeitura do Rio de Janeiro e 23 municípios para criação da Rede de Cidades Antirracistas. O Pacto de Combate ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial foi elaborado pela Secretaria de Governo e Integridade Pública, por meio da Coordenadoria Executiva de Promoção da Igualdade Racial (Cepir).

Além do Rio, participam da rede os municípios fluminenses de Niterói, Campos dos Goytacazes, Quissamã, Magé, Volta Redonda, Nova Iguaçu, Queimados, Arraial do Cabo, São Gonçalo, Petrópolis, Nilópolis, Japeri, Barra do Piraí, Três Rios, Quatis, Itaguaí, Barra Mansa, São João da Barra, Macaé, Paraty, Cabo Frio, Paty do Alferes e, ainda, Salvador (BA), aos quais caberá a execução do convênio em seus territórios.

A promoção de atividades de apoio à cultura, lazer, educação, ciência, esporte, patrimônio cultural e ambiental, além de ações na área da saúde e segurança pública nos municípios signatários estão entre as ações previstas. O objetivo é atuar como instrumentos de governança territorial, visando potencializar o desenvolvimento regional a partir da política de igualdade racial.

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Desenvolvimento integrado

O secretário de Governo e Integridade Pública, Tony Chalita, afirmou que o pacto e a rede têm origem na necessidade de consolidar a política de igualdade racial nos municípios a partir de um desenvolvimento territorial integrado. “A iniciativa é pautada na compreensão de que o Rio de Janeiro tem influência para além do seu limite político-administrativo e, por isso, é importante tomar a liderança na promoção da igualdade racial.”

O idealizador das ações e coordenador executivo de Promoção da Igualdade Racial, Jorge Freire, destacou que “é preciso haver uma articulação intermunicipal efetiva, com foco nas periferias e na população negra, considerando fomento direto, apoio para a constituição de órgãos executivos e consultivos de desenvolvimento de políticas públicas de promoção da igualdade racial e cooperação técnica para projetos e ações”.

A iniciativa está alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O movimento foi organizado em quatro diretrizes: governança integrada e desenvolvimento territorial; educação, pesquisa, desenvolvimento e Inovação; combate às desigualdades étnico-raciais e ao preconceito; e patrimônio cultural e direito à cidade.

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Segundo Jorge Freire, o diálogo interinstitucional de forma integrada e multiescalar sobre estratégias de combate ao racismo é “base das ações de valorização das tradições e da cultura afro-indígena e da execução de políticas públicas em cooperação, sem custos adicionais à administração pública municipal”. 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Revalida 2022 aplica segunda etapa de provas hoje e amanhã

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A aplicação da segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2022/1 ocorrre neste sábado (25) e no domingo (26). Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),a prova de habilidades clínicas ocorrerá em dois períodos: o primeiro período, que teve início às 11h, e o segundo, às 15h, pelo horário de Brasília.

Pelo Sistema Revalida o candidato pode consultar o cartão de confirmação de inscrição. No documento, o participante pode conferir horário e local de aplicação da prova de habilidades clínicas, número de inscrição, entre outras informações referentes ao exame. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda que o participante leve o documento nos dois dias de prova.

Documentos

O participante deve se apresentar ao local de prova com a documentação de identificação oficial com foto, válida, conforme previsto em edital, portando jaleco (preferencialmente na cor branca) e utilizando máscara de proteção, cobrindo totalmente nariz e boca. O Inep recomenda que a máscara de proteção seja de uso profissional, no modelo N95 ou PFF2.

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“O uso de máscara é obrigatório durante toda a permanência do participante no local de prova, exceto para pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara, conforme previsto na Lei n.º 14.019 de 2 de julho de 2020”, ressaltou o Inep.

O candidato pode levar para o local de prova máscara reserva para troca durante a aplicação, além de alimentação pessoal e medicamento. Somente será permitida garrafa e lanche em embalagem transparente e sem rótulo.

Pelas regras do edital, antes de entrar na sala de espera, o participante deve guardar, no envelope porta-objetos, o telefone celular e quaisquer outros equipamentos eletrônicos, desligados, além de outros pertences não permitidos, listados no edital do exame. A Declaração de Comparecimento impressa, caso necessária, também deve ser guardada no envelope, que precisa ser lacrado e identificado, desde a entrada na sala de espera até a saída definitiva do local de provas.

Revalida

Com duas etapas, uma teórica e outra prática, que abordam, de forma interdisciplinar, as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva). O objetivo do exame é avaliar as habilidades, as competências e os conhecimentos necessários para o exercício profissional da medicina adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

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O ato de apostilamento da revalidação do diploma é atribuição das universidades públicas que aderirem ao instrumento unificado de avaliação representado pelo Revalida.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Livro traz aplicação de 150 espécies nativas da flora brasileira

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Com mais de 150 espécies nativas da Região Norte com valor econômico atual ou com potencial e que podem ser usadas de forma sustentável na produção de medicamentos, alimentos, aromas, condimentos, corantes, fibras, forragens como gramas e leguminosas, óleos e ornamentos, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou o livro Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial – Plantas para o Futuro – Região Norte.

A quarta publicação da série Biodiversidade está disponível a todos gratuitamente em versão digital, no site do MMA. O livro teve a colaboração e o esforço de 147 renomados especialistas de universidades, instituições de pesquisa, empresas e ONGs do Brasil e do exterior.

“Dentre os resultados práticos esperados com o livro podemos citar a difusão e ampliação do uso sustentável de espécies amazônicas na gastronomia regional e nacional; o incremento do interesse em pesquisas, o desenvolvimento e a inovação, inclusive por meio de programas de melhoramento genético vegetal voltados à obtenção de cultivos de frutas da Amazônia em plantios comerciais”, destacou o Ministério.

Ainda segundo a pasta, outro ponto relevante de contribuição do projeto é a criação de cadeias produtivas e de valor para plantas frutíferas, medicinais e oleaginosas amazônicas, com foco nos mercados nacional e internacional.

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“É a ciência trazendo conhecimento da biodiversidade brasileira. O Brasil é um país super biodiverso, mas pouco conhecido, e esse livro vem mostrar a quantidade de oportunidades econômicas. Você olha aqui plantas que pouca gente conhece, mas é utilizada na região. A região utiliza de forma correta, mas o Brasil ainda não, e nem a indústria”, ressaltou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.

Série Biodiversidade

Os livros da série Biodiversidade vem sendo construídos desde 2004. Volumes dedicados às regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste já foram publicados.

As publicações da série levam em conta que a biodiversidade brasileira, composta por mais de 46 mil espécies vegetais conhecidas, representa um imenso potencial de uso, apesar de ainda ser pouco reconhecida e subutilizada.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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