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SEGURANÇA

Operação Ráquis cumpre 19 mandados judiciais contra investigados por tráfico de drogas

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A Operação Ráquis, deflagrada na manhã de ontem  (29.06) pela Polícia Civil de Mato Grosso cumpre mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão em cinco cidades da fronteira do estado na repressão ao tráfico de drogas.

Equipes das Delegacias de Mirassol d’Oeste e de Rio Branco, com apoio das unidades da Regional de Cáceres, estão cumprindo cinco mandados de prisão e 14 ordens judiciais de busca e apreensão nas cidades de Curvelândia, Lambari d’Oeste, Salto do Céu, Cáceres e Rio Branco.

De acordo com o delegado Marcelo Menezes, os alvos são investigados pelo tráfico doméstico de drogas e crimes relacionados, como homicídios, tentativa de homicídio, tortura e associação para o tráfico.

A operação conta com apoio das Delegacias da Polícia Civil de São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Porto Esperidião, Cáceres, da Delegacia Especial de Fronteira (Defron) e do Centro Integrado de Operações Aéreas de Segurança Pública.

Ráquis é a designação dada ao eixo central de estruturas biológicas ramificadas, como a ráquis lombar (visão anatômica), que tem a função de sustentação do conjunto da coluna vertebral. No conceito da operação, essa alusão se aplica à região que compõe a “coluna vertebral” da fronteira mato-grossense.

Leia mais:  PF e PGR cumprem 30 mandados de busca e apreensão

A operação também faz parte da Narco Brasil, uma ação nacional de fiscalização, repressão e monitoramento coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Púbica com os 26 estados e Distrito Federal e a integração das Secretarias de Segurança Pública, Polícias Civis e militares e a Polícia Rodoviária Federal.

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SEGURANÇA

PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

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Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

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A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

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SEGURANÇA

Polícia Federal afasta dois secretários municipais

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A PF deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4/8), a Operação No Service, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a irregularidades na contratação de empresa de propriedade do atual Secretário de Saúde de Feira de Santana, para realizar consultoria em Unidade de Pronto Atendimento do município por valores superfaturados.

APF – A investigação detectou que a do município realizou licitação em 2018 para contratação de Organização Social para efetuar a gestão compartilhada de uma Unidade de Pronto Atendimento, sendo celebrado naquele ano, com prazo de vigência de 12 meses, pelo valor de R$ 11.909.004,00 – podendo ser renovado por 5 anos.

Apurou-se que a entidade gestora da UPA firmou contrato de prestação de serviços médicos, em 2020, com empresa pertencente ao atual Secretário de Saúde do município pelo valor de R$ 44 mil mensais, mas que, segundo foi constatado, não houve qualquer tipo de prestação de serviços pela empresa contratada, seja de serviços médicos ou de consultoria.

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A contratação da empresa teria partido de ordem do atual secretário municipal, que, em parceria com os diretores da Organização Social, simulou uma contratação ficta, desviando recursos públicos superiores a R$ 200 mil, em favor do secretário, após receber a quantia em sua conta bancária, aplicava boa parte em investimentos e outra parte repassava para pessoas físicas e jurídicas.

Na data de hoje estão sendo cumpridos 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana/BA, Salvador/BA e São Paulo/SP, e 2 mandados de afastamento de função pública. Todos foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana/BA.

Os investigados irão responder pelos crimes de peculato e de superfaturamento de licitação mediante a inexecução completa do contrato.

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