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Saúde

Pacientes que aguardam por cirurgias eletivas passam por consulta e exames pré-operatórios

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A Prefeitura de Cuiabá,  por meio da Secretaria Municipal de Saúde, iniciou na quinta-feira (26), os exames pré-operatórios de risco cirúrgico para os pacientes que passarão por cirurgias de média e alta complexidade, que serão realizadas este ano no antigo Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC), por meio do programa Mais MT Cirurgias. 

As pessoas que compareceram no HPSMC para os exames pré-operatórios, primeiramente, receberam uma ligação da Central de Regulação para marcar os procedimentos. Aproximadamente 2.400 pacientes estão sendo agendados para fazer os exames, com cronograma de 40 atendimentos diários.

“Estive presente para acompanhar e acolher os pacientes nos exames pré-operatórios. Todos fizeram o exame de sangue, e passarão por consulta clínica, ainda será feita a consulta com cardiologista, ultrassom e tomografia, caso necessário, e ecocardiograma para pacientes acima de 40 anos. Caso o paciente apresente algum problema, será feita a justificativa e orientação para buscar o devido tratamento”, informou o secretário adjunto de Planejamento e Operações, Oscarlino Alves.

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O secretário revelou ainda que o hospital passou por visita técnica dos representantes do Escritório Regional de Saúde da Baixada Cuiabana, que estiveram no local para fiscalizar os leitos onde os pacientes ficarão internados e que os ambientes foram aprovados.

Para agilizar o atendimento, é importante o paciente levar o documento de identificação pessoal e o cartão SUS.  “Nossa expectativa é que tenhamos o número suficiente de procedimentos cirúrgicos realizados. Os pacientes que estiverem com o risco cirúrgico liberado, passarão por uma última avaliação do médico responsável pela equipe de cirurgia, para validar e inserir os pacientes no cronograma cirúrgico. No momento, aguardamos o resultado do credenciamento para a mão de obra médica especializada, para a realização das cirurgias, que contemplam diversas especialidades”, explicou o secretário. 

Segundo ele, a Central de Regulação e as equipes das unidades básicas de saúde estão trabalhando a todo vapor para conseguir localizar todos os pacientes e marcar os procedimentos. “Estruturamos uma equipe de call center especificamente para esse chamamento, mas apenas 30% dos 11.504 pacientes que aguardam na fila por cirurgias de 2015 a junho de 2021 foram localizados. Muitos telefones e endereços estão desatualizados, motivo que dificulta a busca”, informou. “Precisamos que essas pessoas nos procurem para que possamos agendar as cirurgias. Se o paciente não for localizado após três tentativas sucessivas, seguiremos a ordem cronológica do próximo da fila”, comentou.

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Os telefones da Central de Regulação estão sendo utilizados para a busca ativa da listagem da regulação. O número (065) 3614-5561 foi colocado exclusivamente para receber ligações em função do congestionamento.

Com a alta demanda, as linhas podem estar ocupadas, então, além do contato telefônico os pacientes podem entrar em contato presencialmente na Central de Regulação, na Prainha, em Cuiabá. Outros números da Central são: 3614-5563 / 3614-5564 / 3614-5561 / 3614-5548 e 3614-5558. 

Pacientes de outras cidades podem solicitar às respectivas Secretarias Municipais de Saúde que entrem em contato com a Equipe de Apoio aos Municípios da Central de Regulação de Cuiabá para que possam agendar os procedimentos.

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Hospitalizações por covid-19 mantêm tendência de alta no Norte

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Boletim InfoGripe inclui dados até 30 de julho

A Região Norte ainda apresenta uma tendência de alta na incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), cujas hospitalizações estão predominantemente associadas à covid-19 desde o início da pandemia, em 2020. A análise foi divulgada hoje (3) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Boletim InfoGripe, que inclui dados até 30 de julho.

Foto:Marco Antônio/Secom

 Por Vinícius Lisboa – Segundo a Fiocruz, nas demais regiões somente os estados de Mato Grosso, Maranhão e Piauí ainda apresentam sinal claro de manutenção de crescimento, enquanto em Sergipe é possível que a alta seja apenas uma oscilação.

O boletim InfoGripe tem explicado em suas últimas edições que a segunda onda da variante Ômicron, causada por suas subvariantes, chegou primeiro ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste, regiões em que também terminou primeiro. No Nordeste e no Norte, o início da onda de infecções começou quase 2 meses depois, o que também levou a descida da curva de casos a ocorrer mais tarde.

O pesquisador Leonardo Bastos explica que, apesar de o cenário ser de tendência de queda na maior parte do país, o cenário ainda requer atenção. “A gente ainda está com indicadores de hospitalizações e óbitos [por SRAG] maiores que o período anterior à pandemia. Já caiu, mas ainda não o suficiente para falar que está tranquilo”.

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Boletim InfoGripe mostra que oito em cada dez casos virais de SRAG foram causados pelo SARS-CoV-2. A prevalência dos demais vírus foi de 1,9% para influenza A, 0,1% para influenza B, e de 5,6% para vírus sincicial respiratório (VSR).

Óbitos

O painel de dados Monitora Covid-19, também mantido pela Fiocruz, mostra que a média móvel de óbitos se manteve acima das 200 vítimas diárias durante todo o mês de julho e continua nesse patamar no início de agosto.

O número representa um aumento em relação a abril e maio, quando chegou ficou abaixo de 100 vítimas em alguns dias. Para Leonardo Bastos, o platô está relacionado à disseminação das subvariantes da Ômicron, que provocaram uma nova onda de infecções.

“O que a gente espera é que, com a queda das hospitalizações, haja uma queda nos óbitos mais pra frente, mas o quanto mais a frente não dá para saber”, disse. “A gente espera que a queda nas hospitalizações no Sul e Sudeste se reflita nos óbitos daqui a pouco, daqui a algumas semanas”, acrescentou.

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O pesquisador explica que ainda é difícil mensurar o impacto do inverno durante a onda de casos causada pelas subvariantes, “porque a covid-19 ainda não possui um comportamento endêmico descrito que pode ser tomado como base”.

“A gente acredita que há esse efeito climático, porque o clima afeta o nosso comportamento, favorecendo a transmissão de vírus respiratórios. O inverno também contribui. Agora, o quanto é do inverno e o quanto é das novas variantes a gente não consegue separar ainda”, disse o pesquisador.

Edição: Fernando Fraga

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Ministro diz que Brasil terá antiviral para tratar varíola dos macacos

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Inicialmente, serão contemplados os casos mais grave

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (1º), pelo Twitter, que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.

Por Karine Melo – “Serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento”, adiantou. O Tecovirimat tem sido oferecido como opção de “uso compassivo [autorização de uso de medicamento novo por agência reguladora, ainda sem registro definitivo]” nos Estados Unidos. Entretanto, ainda não há dados que demonstrem a eficácia do antiviral para o tratamento da varíola dos macacos.

Números

Segundo dados do Ministério da Saúde, até ontem (31), 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no país. Na última sexta (29) a pasta confirmou a primeira morte pela doença no Brasil.

A vítima era um homem, de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.

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Sintomas

A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos.

Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.

Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.

Matéria alterada às 11h50 para explicar o que é o uso compassivo do medicamento.

Edição: Kleber Sampaio

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