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SEGURANÇA

Polícia Civil investiga morte de homem em situação de rua em SP

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A Polícia Civil investiga a morte de um homem em situação de rua, de 64 anos, encontrado em uma calçada, na tarde de domingo (12), no bairro de São Mateus, na capital paulista. O caso é registrado como “morte suspeita”, segundo a Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo. 

Um segundo homem, ainda não identificado e sem confirmação se estava em situação de rua, foi encontrado morto na madrugada de segunda-feira (13), em Itaquera.

Os casos foram registrados como morte suspeita pelo 49º DP (São Mateus) e 24º DP (Ponte Rasa). A polícia solicitou exames periciais para auxiliar no esclarecimento dos fatos.

Desde o final da semana passada, a cidade de São Paulo tem registrado dias frios, especialmente nas madrugadas. A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil mantém desde a última sexta-feira (10), às 13h05, o estado de alerta para baixas temperaturas em toda a cidade.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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SEGURANÇA

Secretário de Segurança Pública fala sobre políticas para o setor

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Foi lançado, nesta sexta-feira (1º) o Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab). O novo sistema foi um dos assuntos abordados pelo secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Carlos Renato Machado Paim em entrevista ao programa A Voz do Brasil. Paim disse ao programa que o novo sistema integrará os dados provenientes de análise de cartuchos a fim de melhorar a repressão a crimes. Foram investidos R$ 150 milhões na iniciativa.

O secretário também falou sobre o Sistema Único de Segurança Pública (Susp). “Pela primeira vez o governo brasileiro esta trazendo a pauta segurança pública para os municípios”, disse. O objetivo, de acordo com Paim, é transmitir conhecimento para que gestores municipais possam melhorar a interlocução com estados e governo federal.

Paim ainda tratou de temas como o banco de perfis genéticos. Segundo ele, a ferramenta é essencial para o combate de crimes como estupro e busca de pessoas desaparecidas. Ele ainda falou no programa sobre o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, o Sinespe.

Assista na íntegra:

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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SEGURANÇA

Brasil tinha 544 mil policiais militares, civis e bombeiros em 2020

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O Brasil contava com ao menos 480 mil policiais civis e militares na ativa, em 2020. A informação consta da Pesquisa Perfil das Instituições de Segurança Pública que o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou hoje (1º).

Segundo informações fornecidas pelos estados e pelo Distrito Federal, a soma dos policiais militares na ativa em todo o país totalizava, em 2020, 385.883 pessoas – sendo 341.152 homens e 44.731 mulheres. Já o efetivo de policiais civis compreende a 94.418 agentes – 69.817 homens e 24.601 mulheres.

Contabilizados à parte, os bombeiros reúnem 63.644 militares na ativa, dos quais 55.949 são homens e 7.695, mulheres. Reunidas, as três categorias totalizam 543.945 servidores. Número pouco menor que os cerca de 555 mil policiais militares, civis e bombeiros que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou estarem na ativa em março de 2021, conforme o 15º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Redução

A mesma pesquisa sobre o perfil das instituições de segurança pública divulgada em 2020 apontou que, em 2018, tanto o número de policiais militares, quanto o de civis, era superior aos divulgados hoje. Enquanto, em 2018, as pms do país reuniam 414.932 pessoas, as polícias civis contavam com um efetivo total de 112.837 indivíduos.

Consultado, o ministério informou que apenas os órgãos de segurança pública de cada uma das unidades federativas onde houve redução do efetivo poderiam explicar as causas da variação.

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Parte da diferença entre os dados de 2020 e os de 2018 pode ser atribuída ao fato de que, na mais recente pesquisa, alguns estados não forneceram todas as informações solicitadas pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Espírito Santo e Rondônia, por exemplo, não informaram seus efetivos de policiais militares na ativa em 2020. Já Acre e Piauí não indicaram o número de policiais civis. Ainda assim, os dados consolidados disponíveis no painel da pesquisa de 2020 indicam variações locais efetivas.

Detentor do maior efetivo policial do país, o estado de São Paulo, por exemplo, informou à Senasp que, em 2018, contava com 83.044 policiais militares e 29.140 policiais civis, e com 81.664 pms e 22.041 agentes civis na ativa em 2020. Já os dados atribuídos ao Rio de Janeiro, estado que possui o segundo maior contingente policial do país, variam de 44.020 pms e 9.058 policiais civis em 2018 para 44.336 pms e 7.309 policiais civis, em 2020.

Frota

Uma das novidades da recente pesquisa foi desmembrar os dados relativos aos institutos oficiais de perícia de todo o país, até então agrupados junto aos das polícias judiciárias. Com base na mudança, o ministério chamou a atenção para o fato de o país contar com cerca de 14 mil servidores lotados nestes institutos.

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Além disso, as instituições de segurança pública dos estados e do Distrito Federal também forneceram à Senasp informações sobre equipamentos, capacitações, estruturas e atividades desenvolvidas.

Enquanto a frota veicular das PMs de todo o país supera as 78 mil viaturas, a das policias civis não chega a 41 mil. Já os corpos de bombeiros militares contam com 15.373 viaturas. As três instituições contam com aeronaves, mas enquanto as polícias militares brasileiras dispõem de 83 helicópteros; os bombeiros contam com 46 e as polícias civis, com 24. A consulta ao painel da pesquisa, na internet, também permite perceber a distribuição irregular destes equipamentos pelos diferentes estados e regiões.

A pesquisa também detalha a composição das forças de segurança das unidades federativas, analisando critérios como raça/cor; idade; tempo de serviço; posição; escolaridade, entre outros aspectos. Desta forma, é possível verificar que enquanto a maioria (60%) dos integrantes das polícias militares concluíram até o ensino médio, contra 30% que cursaram o ensino superior, nas polícias civis a situação se inverte, com 62% da força com diploma universitário e 22% com ensino médio completo.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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