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SEGURANÇA

Polícia Federal deflagra operação de combate ao tráfico de drogas despachadas via Correios

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Foram cumpridos três mandados de busca e um de prisão em Dourados/MS

A Polícia Federal, subsidiada com informações da área de Segurança dos Correios em Mato Grosso do Sul, na manhã terça-feira (5/7), cumpriu na cidade de Dourados/MS três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, buscando reprimir o tráfico de drogas através de encomendas despachadas via Correios.

Da PF – No mês de abril do corrente ano, um homem, de 26 anos, realizou o despacho de dois volumes com destinos a outros estados da federação, contendo no total aproximadamente 30 kg de maconha, droga interceptada pela área de Segurança dos Correios em Mato Grosso do Sul, que comunicou a PF sobre a ocorrência, que em investigações identificou o autor e localizou alguns endereços ligados ao mesmo.

Os mandados que foram cumpridos buscam elementos para a continuidade das investigações e a identificação de outros possíveis envolvidos na empreitada criminosa.

A operação foi denominada Remessa Bloqueada em alusão ao eficiente sistema de detecção de correspondências com material proibido que os Correios vêm utilizando em todo o país, sendo possível a identificação de notas falsas, drogas e outros materiais não permitidos, que, ao serem detectados, tem a sua remessa bloqueada e o acionamento da Polícia Federal para a repressão dos crimes identificados.

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 O tráfico de drogas tem pena prevista de reclusão de 5 a 15 anos e pagamento de 500 a 1.500 dias-multa, conforme o art. 33 da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006.

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SEGURANÇA

PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

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Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

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A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

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Polícia Federal afasta dois secretários municipais

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A PF deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4/8), a Operação No Service, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a irregularidades na contratação de empresa de propriedade do atual Secretário de Saúde de Feira de Santana, para realizar consultoria em Unidade de Pronto Atendimento do município por valores superfaturados.

APF – A investigação detectou que a do município realizou licitação em 2018 para contratação de Organização Social para efetuar a gestão compartilhada de uma Unidade de Pronto Atendimento, sendo celebrado naquele ano, com prazo de vigência de 12 meses, pelo valor de R$ 11.909.004,00 – podendo ser renovado por 5 anos.

Apurou-se que a entidade gestora da UPA firmou contrato de prestação de serviços médicos, em 2020, com empresa pertencente ao atual Secretário de Saúde do município pelo valor de R$ 44 mil mensais, mas que, segundo foi constatado, não houve qualquer tipo de prestação de serviços pela empresa contratada, seja de serviços médicos ou de consultoria.

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A contratação da empresa teria partido de ordem do atual secretário municipal, que, em parceria com os diretores da Organização Social, simulou uma contratação ficta, desviando recursos públicos superiores a R$ 200 mil, em favor do secretário, após receber a quantia em sua conta bancária, aplicava boa parte em investimentos e outra parte repassava para pessoas físicas e jurídicas.

Na data de hoje estão sendo cumpridos 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana/BA, Salvador/BA e São Paulo/SP, e 2 mandados de afastamento de função pública. Todos foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana/BA.

Os investigados irão responder pelos crimes de peculato e de superfaturamento de licitação mediante a inexecução completa do contrato.

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