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SEGURANÇA

Polícia Militar desarticula quadrilha e recupera 47 cabeças de gado roubadas

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Policiais militares desarticularam uma quadrilha composta por cinco homens, com idades entre 20 e 49 anos, e recuperaram 47 cabeças de gado roubadas de uma fazenda, na zona rural de São Pedro da Cipa. Na ação, registrada na noite desta quinta-feira (26.05), foram apreendidas diversas armas de fogo e munições utilizadas pelos suspeitos.

Por volta de 19h, a PM foi informada via 190 sobre um roubo em uma propriedade rural, próxima da rodovia MT-472. Foi solicitado apoio de todas as equipes policiais para realizar bloqueio na rodovia para interceptar a ação criminosa. Imediatamente, uma caminhonete foi abordada, onde estavam dois suspeitos.

Em vistoria ao veículo, os policiais encontraram duas espingardas, um revólver calibre .32 e um simulacro de arma de fogo. Questionados sobre o armamento, a dupla confessou que estaria participando de um roubo de gado e forneceu informações sobre outros criminosos, que estariam em um caminhão, transportando os animais subtraídos.

Na continuidade das diligências, um caminhão, com as características informadas pelos suspeitos, e um Corsa Sedan foram abordados no acostamento da rodovia BR-364. Em cada veículo havia um homem. No caminhão, estavam 26 cabeças de gado, que o suspeito informou se tratar do gado roubado da propriedade rural.

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Em depoimento, o homem disse que o gado seria levado para o distrito de Fátima de São Lourenço, onde já estavam outras 21 cabeças de gado. No local informado pelos criminosos, foi localizado o restante das cabeças de gado que já haviam sido roubadas. O proprietário do local foi abordado e detido. Em buscas, foram encontradas uma espingarda calibre .28, uma pistola 9mm com dois carregadores e 27 munições.

Em contato com a fazenda onde ocorreu o crime, uma das vítimas afirmou que no início da manhã suspeitos encapuzados e armados foram até o local, renderam funcionários e os mantiveram em cárcere privado enquanto recolhiam e o gado que havia sido levado.

A vítima informou ainda que dois motoristas de caminhão, que haviam sido contratados para um frete, foram surpreendidos pelos criminosos e também foram rendidos e colocados no cativeiro junto com os funcionários da casa, enquanto os suspeitos utilizavam os veículos para fazer o transporte do gado.

Diante dos fatos, todos os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Jaciara, junto com todo o material apreendido com os criminosos. No local, foi realizado o registro do boletim de ocorrência e as demais providências cabíveis do caso.

Fonte: GOV MT

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PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

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Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

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A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

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SEGURANÇA

Polícia Federal afasta dois secretários municipais

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A PF deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4/8), a Operação No Service, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a irregularidades na contratação de empresa de propriedade do atual Secretário de Saúde de Feira de Santana, para realizar consultoria em Unidade de Pronto Atendimento do município por valores superfaturados.

APF – A investigação detectou que a do município realizou licitação em 2018 para contratação de Organização Social para efetuar a gestão compartilhada de uma Unidade de Pronto Atendimento, sendo celebrado naquele ano, com prazo de vigência de 12 meses, pelo valor de R$ 11.909.004,00 – podendo ser renovado por 5 anos.

Apurou-se que a entidade gestora da UPA firmou contrato de prestação de serviços médicos, em 2020, com empresa pertencente ao atual Secretário de Saúde do município pelo valor de R$ 44 mil mensais, mas que, segundo foi constatado, não houve qualquer tipo de prestação de serviços pela empresa contratada, seja de serviços médicos ou de consultoria.

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A contratação da empresa teria partido de ordem do atual secretário municipal, que, em parceria com os diretores da Organização Social, simulou uma contratação ficta, desviando recursos públicos superiores a R$ 200 mil, em favor do secretário, após receber a quantia em sua conta bancária, aplicava boa parte em investimentos e outra parte repassava para pessoas físicas e jurídicas.

Na data de hoje estão sendo cumpridos 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana/BA, Salvador/BA e São Paulo/SP, e 2 mandados de afastamento de função pública. Todos foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana/BA.

Os investigados irão responder pelos crimes de peculato e de superfaturamento de licitação mediante a inexecução completa do contrato.

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