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ARTIGOS & OPINIÕES

Pontos de recarga para carros elétricos impactam positivamente os condomínios em todo o Brasil

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Por João Xavier*

Estima-se que cerca de 40 mil veículos elétricos circulam pelo Brasil, e este número só tende a crescer pelos diversos fatores: novo conceito de usuário, economia financeira, responsabilidade socioambiental, diminuição dos gases que prejudicam a atmosfera e que aceleram o efeito estufa, necessidade ou desejo de tecnologias mais modernas, etc. São tantos os benefícios, que os consumidores, desde os mais jovens aos mais tradicionais, já estão se atualizando. Não obstante a isso, houve a necessidade de criar pontos de recarga para esses veículos, haja vista que de um modelo para outro, a autonomia de duração da bateria pode ser diferente, dependendo muito da necessidade de uso de cada condutor.

Esse cenário, no passado, aconteceu com os veículos movidos a gás natural veicular (GNV), e com a grande demanda os pontos de abastecimento cresceram exponencialmente. O governo de São Paulo, por exemplo, identificou esta tendência, saiu na frente, e tornou a lei n° 17.336, de março de 2020, obrigatória para a instalação de carregadores de veículos elétricos nos novos condomínios, tanto residências como comerciais. Vale lembrar que a obrigatoriedade não se estende para novos condomínios resultantes de programas habitacionais, públicos ou subsidiados com recursos governamentais, sendo a esses opcional.

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A lei não determina a quantidade de pontos de recarga ou a quem fica a responsabilidade de cobrança do valor gasto nesta recarga, mas traz uma revolução aos gestores de condomínios, pois mesmo visando apenas as novas construções, quem adequar também os condomínios mais antigos, com certeza trará valorização ao patrimônio e atrairá os proprietários desses veículos elétricos. Isso movimenta os consultórios médicos, dentistas, o café do condomínio, etc. No residencial, agrega valor às unidades e traz mais lucro ao proprietário, imobiliárias e admiradores. Em suma, há uma gama de outros seguimentos que são beneficiados.

Sobre João Xavier: Síndico profissional, especialista em gestão condominial, especialista em implantação de novos condomínios. Administrador de empresas, sócio diretor da ATMA Consultoria e Sindicância Imobiliária, possui larga experiência em sistemas condominiais, e tecnologia voltada para segurança de condomínios. Membro do Conselho de Administração do estado de São Paulo (CRA-6-001410), atuou como palestrante em várias administradoras de condomínios em São Paulo.

João Xavier*

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Vacina quadrivalente contra a gripe atinge 4 cepas diferentes do vírus

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Por Rosane Argenta*

Todos os anos as pessoas dos grupos prioritários recebem a vacina trivalente contra a gripe (Influenza) que protege contra três tipos de vírus que causam gripe: H1N1, H3N2 e a cepa B. 

Já a quadrivalente ou tetravalente protege contra quatro tipos de vírus, sendo duas cepas da linhagem A (H1N1 e H3N2) e duas da linhagem B (Victoria e Yamagata).

A diferença é que a tetravalente é mais completa, porém não é oferecida na rede pública, somente na rede particular de clínicas de vacinação.

Ambas vacinas são recomendadas, igualmente eficazes e de grande importância na redução de casos graves causados pelo vírus Influenza.

Atualmente, a variante da H3N2 em circulação é conhecida como variante Darwin e, a atual vacina da gripe de 2022 possui na composição essa cepa,  protegendo a população e ajudando assim, na redução da circulação do vírus, reduzindo o risco de infecção.

QUEM DEVE TOMAR A VACINA:

Devem tomar todas as pessoas acima de 6 meses, principalmente as pessoas que possuem o sistema imunológico mais debilitado e são do grupo de risco como:

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Profissionais de saúde;

Crianças;

Idosos;

Portadores de doenças crônicas, como diabetes, asma ou bronquite;

Pessoas imunodeprimidas devido a doenças, como infecção pelo HIV e câncer;

Transplantados;

Portadores de alterações genéticas, como é o caso da trissomia do cromossomo 21, característico da Síndrome de Down;

Portadores de alterações cardíacas, renais, neurológicas, hepáticas e/ ou respiratórias crônicas;

Gestantes e mulheres até 45 dias após o parto;

Professores do ensino básico e superior;

População indígena.

EFEITOS COLATERIAIS

As reações da vacina da gripe mais comuns são, dor, vermelhidão e dor no local da aplicação da vacina, podendo esses sintomas durarem até 48 horas. Em alguns casos, pode haver episódio de febre e mal-estar, parecidos com os sintomas de um resfriado, o que faz com que as pessoas confundam e achem que é a doença, mas são sintomas que costumam desaparecer em até 48 horas.

Nesses casos recomenda-se ficar de repouso e beber muitos líquidos. Caso a dor seja intensa, pode-se tomar alguma medicação analgésica, desde que indicados por um médico.

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JUNTO COM A DA COVID-19

Desde setembro de 2021, o Ministério da Saúde eliminou o intervalo entre as vacinas, mantendo o intervalo de 15 dias antes e 15 dias depois apenas para o público de 5 a 11 anos. Para as pessoas que tiveram Covid-19, é recomendado aguardar 30 dias após o início dos sintomas para realizar a aplicação do imunizante.

MORTES POR GRIPE

Não deixe de tomar a vacina da gripe. Em dezembro de 2021 o Brasil teve um surto de gripe com mortes causadas pela cepa H3N2 que agora já pode ser bloqueada nas vacinas trivalente e tetravalente.

*Rosane Argenta é diretora executiva da Franquia Saúde Livre

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A colocação da prótese de silicone tira a sensibilidade nos seios?

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Por Benedito Figueiredo Junior*

Essa é uma das perguntas que por vezes já ouvi no meu consultório. Vamos lá as respostas possíveis.

É preciso que a paciente entenda que cada organismo reage de um jeito diferente. É muito individual. Cada mulher é única.

Isso quer dizer que embora algumas mulheres que colocam silicone continuem com a mesma sensibilidade de antes, outras podem observar algumas mudanças maiores em seus seios.

Também alguns fatores técnicos interferem na sensibilidade. Logo após a cirurgia de colocação de prótese, há possibilidade de alteração temporária na sensibilidade dos seios e das aréolas, como se fosse uma dormência.

Há relatos de perda total de sensibilidade nas mamas por um período que pode ser de semanas ou meses conforme o organismo da paciente, mas depois volta a normalidade. Isso vai acontecer tanto por conta da anestesia quanto pelo procedimento em si.

Outro fator é a qualidade da pele. Se muito fina, pode sentir uma diferença na sensibilidade no bico da mama após silicone.

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Também pode se perder a sensibilidade se a prótese escolhida for de volume muito grande, por conta de um processo de alongamento e adaptação dos tecidos, causando perda na sensibilidade dos mamilos.

Nesse processo, a pele, a glândula mamária e as terminações nervosas serão muito pressionadas por esse “corpo estranho”.

Outra baixa na sensibilidade tem a ver com incisão pode onde a prótese é colocada. Colocar silicone pode alterar sensibilidade nos seios devido ao local da incisão

Nós sempre explicamos, aqui no blog, que existem três possibilidades para a colocação do silicone. Se for pelo mamilo a sensibilidade pode ser maior nessa região.

Portanto, antes de colocar as próteses nos seios tire todas as dúvidas com o cirurgião plástico que irá realizar a cirurgia.

E outra parte fundamental é seguir à risca as recomendações do médico no pós-operatório.

Afinal, a cirurgia para colocar silicone, apesar de ser um procedimento tranquilo, é sério e delicado, que precisa de acompanhamento médico. Geralmente esse desconforto pode variar de 6 a 18 meses, mas faça acompanhamento médico e não vá atrás de receitas caseiras.

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*Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266. Email: drbeneplastica@gmail.com

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