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AGRONEGÓCIO

Presidente da Comissão de Agricultura da Câmara recebe propostas da CNA para o Plano Safra

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Brasília (18/05/2022) – O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, se reuniu, na quarta (18), com o presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, deputado Giacobo (PL/PR) para entregar as propostas da entidade para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2023/2023.

No documento estão 10 pontos prioritários com o objetivo de assegurar benefícios não apenas para o agro, mas para toda a sociedade, como segurança alimentar, geração de mais empregos, redução da inflação sobre os alimentos, crescimento das exportações e o Produto Interno Bruto (PIB), entre outros.

O deputado destacou a importância das propostas da CNA e informou que há requerimentos na comissão para convidar os ministros Marcos Montes (Agricultura), Paulo Guedes (Economia) e Ciro Nogueira (Casa Civil) para debater o Plano Safra 2022/2023. “Tenho certeza que as sugestões da CNA nos ajudarão a chegar a um bom termo para que tenhamos o melhor Plano Safra”.

Participaram da reunião com o relator-geral o presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, deputado José Mário Schreiner (MDB/GO), o relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB/PI), o deputado Alceu Moreira (MDB/RS), o vice-presidente da CNA, Mário Borba, o chefe da Assessoria de Relações Institucionais, Nilson Leitão, o diretor técnico, Bruno Lucchi, e o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara.

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Veja abaixo as propostas prioritárias da CNA para o Plano Agrícola e Pecuário 2022/2023:

1. Ampliar para R$ 21,8 bilhões o orçamento para subvenção às operações de crédito rural do Plano Agrícola e Pecuário 2022/2023, sob a forma de equalização de taxas de juros dos financiamentos, garantindo maior oferta de alimentos e melhoria nos indicadores econômicos do país.

2. Garantir que a taxas de juros das operações de crédito rural fiquem abaixo de dois dígitos. Essa medida viabilizará que os produtores rurais contratem financiamentos a taxas competitivas e continuem produzindo alimentos.

3. Reduzir o percentual do recolhimento compulsório sobre recursos de depósitos de poupança, viabilizando que esses recursos sejam disponibilizados ao setor agropecuário.

4. Elevar a exigibilidade de direcionamento dos recursos para 30% dos depósitos à vista, 64% da poupança rural e 50% da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) das instituições financeiras, a fim de aumentar os recursos obrigatórios destinados a operações de crédito rural.

5. Regulamentar a Lei Complementar 137/2010 que criou o Fundo de Catástrofe.

6. Garantir orçamento de R$ 1,5 bilhão para a subvenção ao prêmio de seguro rural em 2022 e R$ 2,0 bilhões para 2023. Pois em decorrência do aumento expressivo dos custos de produção, os prêmios ficaram mais caros, demandando maior volume de subvenção para se manter os avanços conquistados pelo programa até o momento.

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7. Ajustar a regulação prudencial vigente sobre a carteira de crédito agropecuário, por meio da aplicação de diretrizes que considerem as características e a importância da carteira agro no mercado de crédito brasileiro.

8. Adequar os percentuais de custos administrativos e tributários (CAT) recebidos pelas instituições financeiras, viabilizando o aumento do volume de recursos equalizados à disposição do setor agropecuário.

9. Aprimorar a análise de riscos dos produtores rurais, conferindo benefícios efetivos aos produtores que adotam ferramentas de gestão de riscos.

10. Garantir que os recursos para as finalidades de investimento sejam aplicados conforme o programado, especialmente para pequenos e médios produtores (Pronaf e Pronamp), e para os programas destinados à reservação de água e irrigação (Proirriga), para construção de armazéns (PCA), investimentos necessários à incorporação de inovações tecnológicas nas propriedades rurais (Inovagro) e o Programa ABC.

Veja o documento completo com as propostas do Plano Agrícola e Pecuário 2022/2023

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Fonte: CNA Brasil

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Putin garante a Bolsonaro fornecimento de fertilizantes

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De acordo com a nota, Putin pediu para “restaurar a arquitetura de livre comércio de produtos alimentícios e de fertilizantes, colapsada pelas sanções ocidentais” contra a Rússia pela invasão da Ucrânia.

Em um ato em Brasília nesta segunda pela tarde, Bolsonaro disse que conversou com Putin sobre “segurança alimentar” e “insegurança energética”, sem dar mais detalhes.

O Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza, um percentual que, no caso do potássio, supera 96%, segundo dados do Ministério da Agricultura. Mais de 20% dos fertilizantes que o Brasil importa vêm da Rússia, que é o principal fornecedor do país.

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A invasão russa da Ucrânia, iniciada em fevereiro, desatou temores de uma eventual escassez de fertilizantes no Brasil.

Nesse sentido, o governo brasileiro anunciou que havia iniciado negociações com outros fornecedores, principalmente Canadá, Jordânia, Egito e Marrocos, enquanto busca reativar a produção nacional de fertilizantes.

No Twitter, o senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro, lembrou hoje que seu pai se reuniu com Putin em fevereiro, dias antes da invasão da Ucrânia, “para tratar, entre outros assuntos, do fornecimento de fertilizantes”.

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AGRONEGÓCIO

Com recorde para o mês de maio, exportações do agronegócio passam de US$ 15 bilhões

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Nos cinco primeiros meses de 2022, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 63,62 bilhões, valor histórico para o período.

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Do MAPA – As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 15,11 bilhões em maio de 2022, com uma alta de 14,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. O aumento do valor foi causado pela elevação nos preços médios de exportação dos produtos agropecuários brasileiros.

De acordo com levantamento elaborado pela Secretaria de Comércio de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, o volume de produtos exportados teve uma queda de 12,6% em maio, na comparação com maio de 2021. A redução de volume exportado pode ser explicada em função, principalmente, da diminuição das exportações de soja em grão, que apresentaram queda de 4,3 milhões de toneladas em maio de 2022 frente a maio de 2021.

A participação relativa do setor nas exportações totais brasileiras alcançou 51% em maio. 

Nos cinco primeiros meses de 2022, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 63,62 bilhões (+29,0%), valor histórico para o período. O recorde anterior para o período (de janeiro a maio) foi em 2021, quando as exportações registraram US$ 49,33 bilhões.

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Setores

Os cinco maiores setores exportadores do agronegócio foram: complexo soja (53,9% de participação); carnes (14,8% de participação); produtos florestais (10,4% de participação); complexo sucroalcooleiro (4,4% de participação); e café (4,2% de participação). 

O principal setor exportador do agronegócio brasileiro é o complexo soja, que registrou um valor recorde em maio de 2022, atingindo US$ 8,15 bilhões. O valor foi 6,2% superior na comparação com o exportado em maio de 2021. O principal fator responsável por esse valor recorde foi o aumento dos preços médios de exportação dos produtos do setor, que subiram, em média, 39%.

As exportações de carnes chegaram ao montante recorde de US$ 2,23 bilhões (+34,3%). Esse valor ocorreu em função do incremento das vendas externas de carne bovina e de carne de frango. As vendas externas de carne bovina subiram 49,7% e alcançaram US$ 1,08 bilhão.

O complexo sucroalcooleiro foi o único entre os cinco principais setores exportadores do agronegócio que apresentou redução nas vendas externas. O valor exportado caiu de US$ 848,23 milhões em maio de 2021 para US$ 659,28 milhões em maio de 2022 (-22,3%). A queda ocorre em função, principalmente, da redução do volume exportado de açúcar (-36,4%). 

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Importações 

As importações brasileiras do agronegócio somaram US$ 1,53 bilhão em maio de 2022 (+25,3%). As importações de fertilizantes somaram US$ 3,11 bilhões, com alta de 277,8% em relação a maio de 2021. O volume importado aumentou 56,7%, passando de 2,6 milhões de toneladas para 4,07 milhões de toneladas em 2022. 

O principal fator responsável pelo incremento das importações de fertilizantes foi a elevação do preço médio de aquisição da tonelada, que subiu 141,2%, chegando a US$ 763,9 por tonelada.

Em maio de 2022, os cinco principais países fornecedores de fertilizantes para o Brasil foram: Rússia (US$ 881,10 milhões; 28,4% de participação); Canadá (US$ 373,09 milhões; 12,0% de participação); Marrocos (US$ 3646,60 milhões; 11,7% de participação); Estados Unidos (US$ 152,02 milhões; 4,9% de participação); e Omã (US$ 141,30 milhões; 4,5% de participação).

Resumo da Balança Comercial 

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