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Projeto Reconstruindo Sonhos é implantado no Centro de Ressocialização de Cuiabá

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Mais uma etapa do projeto Reconstruído Sonhos foi implantado, nesta quarta-feira (24.11), no Centro de Ressocialização de Cuiabá. Ao todo, 24 reeducandos devem participar das atividades do projeto, que oferece aos participantes a compreensão do sentido da vida e a possibilidade de uma qualificação profissional.

O programa tem como objetivo fortalecer a reinserção social dos recuperandos, além de contribuir na redução da reincidência criminal, por meio de atividades e conversas que serão realizadas toda semana. 

O projeto é uma iniciativa do Ministério Público de Mato Grosso e conta com parceria da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Poder Judiciário, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Fundação Nova Chance (Funac), Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário (GMF), Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e Instituto Ação Pela Paz. 

Na primeira fase, serão realizados 12 encontros na unidade que irão abordar temas como valores, espiritualidade, trabalho, relações interpessoais, futuro e outros temas. Além disso, o projeto irá ofertar curso profissionalizante aos reeducandos, como curso de pedreiro e pintor. 

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, destacou a importância do projeto e as ações do governo para o Sistema Penitenciário. “Iniciativas como essa são necessárias e importantes, pois trazem esperança e oportunidades para dentro dos presídios. Eu quero parabenizar a iniciativa e dizer que o Estado de Mato Grosso, no atual governo, está disposto e investindo no Sistema Penitenciário, modernizando todo o sistema. Na vice-governadoria sempre tem uma porta aberta, conte conosco”, destacou.  

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O Juiz titular da 2ª Vara Criminal da comarca de Cuiabá e coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário, Geraldo Fidelis, enfatizou a relevância que o trabalho tem na vida dos reeducandos ainda no regime fechado.

“Nosso objetivo é diminuir a taxa de reincidência, é matar o crime com o amor, a bala contra o crime é o amor, o carinho e o acolhimento e o projeto consegue trazer isso aos reeducandos, acolhendo eles ainda no regime fechado, pois quando chegam no semiaberto, já chegam com outra visão, são ofertadas oportunidades, dessa forma, contribuindo para que não retornem à prática do crime”, pontuou o juiz.

A superintendente de Políticas Penitenciárias, Sibeli Nardoni Roika, agradeceu aos parceiros pela força de vontade na implementação do projeto nas unidades penais. “Gostaria de agradecer aos servidores que mesmo diante das limitações, acolheu o projeto e está fazendo acontecer. O projeto contribui na ressocialização do reeducando”, enfatizou. 

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional Criminal e da Execução Penal, promotora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente, ressaltou as ações do projeto para as pessoas privadas de liberdade. “Esse projeto vai proporcionar aos pré-egressos a qualificação para quando sair do Sistema Penitenciário, conseguir uma oportunidade de emprego. Com o projeto, essas pessoas terão a oportunidade de pensar e reconstruir seus sonhos. É preciso ter diálogo com a sociedade”, salientou. 

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O diretor do CRC, Winkler Teles de Freitas, comemorou e agradeceu a implementação do projeto na unidade. “Só tenho de agradecer pela implementação de mais um projeto que veio para contribuir na vida dos nossos reeducandos, gratidão” 

Também estiveram presentes na implementação do projeto na unidade o promotor de Justiça e assessor do corregedor-geral do Ministério Público de Mato Grosso, Wesley Sanches Lacerda, o promotor de Justiça da 30ª Promotoria Criminal de Cuiabá, José Mariano de Almeida Neto, o promotor de Justiça da 4ª Promotoria Criminal de Cuiabá, Rubens Alves de Paula, a consultora regional de Audiência de Custódia do programa Fazendo Justiça do Conselho Nacional de Justiça, Carolina Santos Pitanga de Azevedo e demais autoridades.

 Lançamento do projeto

O projeto Reconstruindo Sonhos foi lançado no começo deste mês de novembro na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. 

A iniciativa do programa está em fase de implementação nas unidades penais do interior, como é o caso de Colniza. No próximo semestre deve ser iniciado nas cadeias públicas de Comodoro e de Colíder. Além disso, está em tratativa a implementação do projeto na Penitenciária Central do Estado (PCE).

(Com supervisão de Débora Siqueira) 

Fonte: GOV MT

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Onze motoristas são presos por embriaguez ao volante em Várzea Grande

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Onze motoristas foram presos por embriaguez ao volante, na madrugada deste domingo (05.12), durante a 75ª Operação Lei Seca, realizada na Avenida 31 de Março, no bairro Manga, em Várzea Grande.

Durante a ação, foram realizados 106 testes de alcoolemia. Destes, 21 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática e três se recusaram a fazer o teste.

Os agentes da segurança pública identificaram ainda outros 13 motoristas que não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 29 conduziam veículo sem registro ou não licenciado.

Nesta operação, foram registrados 86 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Já outros 13 motoristas assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), na qual 12 não eram habilitados e outro por entregar veículo a pessoa sem possuir CNH.

Ao todo, 106 veículos foram fiscalizados, dentre eles, 48 foram removidos, sendo 39 carros e nove motocicletas e outros 56 autuados. Os agentes recolheram 28 documentos, sendo 21 CNHs e sete Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVs).

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Sobre a operação 

A Operação Lei Seca é uma ação integrada, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI-Sesp) e nesta edição contou com a participação do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar de Mato Grosso, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT), do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), do Serviço de Operações Penitenciárias Especializadas (SOE) e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

Fonte: GOV MT

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Primeira-dama Virginia Mendes é madrinha do projeto de turismo da Aldeia Wazare

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A Aldeia Wazare, localizada no município de Campo Novo do Parecis (a 400km de Cuiabá) é a primeira aldeia de Mato Grosso com autorização e legalidade para desenvolver o Etnoturismo. O projeto tem como madrinha a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes que participou da entrega da Carta de Anuência à aldeia, na última quinta-feira (02).

A Carta de Anuência foi entregue pelo presidente da Funai, Marcelo Xavier. A decisão leva em consideração que os indígenas têm assegurado o desenvolvimento sustentável em suas áreas.

No evento de entrega também houve a inauguração da maior ‘Hati’ – Casa Tradicional – da história do povo Haliti-Paresi. A nova ‘Hati’ tem 25 metros de comprimento, 10m de largura e 6,10m de altura, um amplo espaço para receber os visitantes e turistas.

A primeira-dama Virginia Mendes também fez a entrega de 250 cestas básicas, 250 kits de higiene e limpeza, 270 brinquedos e 270 kits de doces para as crianças. As entregas fazem parte da ação de Natal e dos programas SER Família Solidário e SER Família Indígena.

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“A convite do Cacique Rony, sou a madrinha do projeto de turismo da Aldeia Wazare e é uma grande honra! Este é um momento histórico, porque são 20 anos dele para tentar regularizar o Etnoturismo aqui, sonho que se realiza hoje. Gratidão a todos que se deslocaram para participar desse dia tão especial. Agradeço ao presidente da Funai, Marcelo Xavier, por entregar em mãos a Carta de Anuência e a sua esposa Jucilene que veio o acompanhando. Quero parabenizar por todo trabalho do nosso superintendente de Assuntos Indígenas, Agnaldo Santos, que não mede esforços para ajudar as comunidades indígenas. Todos, agora, podem ter a oportunidade de vivenciar essa experiência única com segurança, responsabilidade e sustentabilidade. Recomendo a visitação!”, disse Virginia Mendes.

Para o cacique Rony, as comunidades e as organizações indígenas que estiverem trabalhando de forma correta e transparente não terão parcerias negadas. “Por isso eu acho que temos esse apoio tão importante do Governo de Mato Grosso, por meio da nossa primeira-dama Virginia e do governador Mauro, e também da Funai pelo presidente Marcelo Xavier. Nós, da comunidade Paresi, estamos trabalhando com sinceridade e mostrando que não queremos apenas o nosso bem, e sim da comunidade”.

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Marcelo Xavier, presidente da Funai, entende que é importante levar protagonismo e deixar cada comunidade indígena ter a autonomia sobre as suas próprias áreas é a solução. “Ninguém melhor que o próprio indígena para decidir o que deseja e o que não deseja fazer dentro das suas terras. Esperamos que esse exemplo sirva como modelo e seja replicado por todo Brasil. E o que é muito importante também o apoio que o Governo de Mato Grosso e dos municípios têm oferecido a esses projetos. Nós entendemos que essa sinergia envolvendo os entes federativos é essencial para levar dignidade às aldeias brasileiras”.

Fonte: GOV MT

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