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Saúde

Pronto-Socorro de Cuiabá atende mais de 12 mil pacientes no 1º quadrimestre de 2022

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O Pronto-Socorro “Dr. Leony Palma de Carvalho”, que funciona dentro do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC),  realizou mais de 12 mil atendimentos no primeiro quadrimestre de 2022. A unidade é porta aberta para pacientes em situação de urgência e emergência, que na maioria das vezes são trazidos por ambulâncias do município e Serviço de Atendimento Móvel ao Usuário – SAMU.

Neste primeiro quadrimestre de 2022, a produtividade da unidade foi significativa em vários setores. Foram realizadas 3.504 cirurgias de diversas especialidades e mais de 340 atendimentos por intoxicação e picadas por animais peçonhentos no Centro de Informação Antiveneno-CIAVE. Os pacientes que chegam ao pronto-socorro por situação de queimaduras são encaminhados para o Centro de Tratamento de Queimados – CTQ, que funciona no HMC. Ao todo o CTQ recebeu 53 pacientes entre os meses de janeiro a abril deste ano.

Os exames laboratoriais somaram em mais de 207 mil neste primeiro quadrimestre de 2022. Foram realizados 23.214 raios-x, 10.249 tomografias, 2.073 ultrassons, 1.009 endoscopias, 401 colonoscopias e 504 ecocardiogramas, totalizando mais de 245 mil exames e procedimentos, tanto para pacientes internados como para aqueles que são atendidos pelo ambulatório. 

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As internações hospitalares nas enfermarias e Unidades de Terapias Intensivas – UTI’s  somam o total de 2.691 internações entre os meses de janeiro a abril de 2020, além das internações pediátricas, que totalizam em 312, no primeiro quadrimestre deste ano. A média de permanência das internações é estimada em 9,29 dias. 

Para o prefeito Emanuel Pinheiro, a alta procura dos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS demonstram a credibilidade no atendimento realizado. “O pronto-socorro é uma parte do atendimento realizado à população, dentro do Hospital Municipal de Cuiabá. Tenho o imenso orgulho de oferecer a nossa gente uma estrutura de ponta, a maior de todo o estado de Mato Grosso, com equipe treinada para atender pacientes que chegam com alta complexidade, vítimas de diversas patologias ou traumas”, enfatizou.

O serralheiro, Ronei Martins, 29 anos, veio para o pronto-socorro de Cuiabá, após sofrer acidente de moto. Ele é de Arenápolis, município com uma distância de 232 quilômetros de Cuiabá. “Fui trazido para o pronto-socorro de Cuiabá, porque no município onde eu resido não realiza procedimento cirúrgico ortopédico para situação de fraturas. Quero ressaltar a boa assistência que venho recebendo neste hospital. Realizei exames laboratoriais e de imagem e passei por duas cirurgias, possivelmente vou receber alta esta semana. Todos os profissionais e os médicos prestaram um bom atendimento, estou bem melhor”, ressaltou o paciente.

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Segundo o diretor-geral do HMC, Paulo Rós, o pronto-socorro de Cuiabá é de extrema importância para salvar vidas. “Recebemos na unidade uma grande demanda, e conseguimos realizar com êxito a assistência e o cuidado necessários para salvaguardar a vida das pessoas, com todo o suporte que os pacientes precisam”, destacou.

O pronto-socorro de Cuiabá possuí 10 leitos na sala de reanimação, 20 leitos na sala de politrauma, 10 leitos na sala verde, 15 leitos na sala amarela, 10 leitos na sala de sutura, 20 leitos na retaguarda, 2 leitos no isolamento, 40 leitos na observação adulto e 04 leitos na observação infantil,  totalizando 131 leitos. Já a estrutura geral do Hospital Municipal de Cuiabá, totaliza em  315 leitos. 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Hospitalizações por covid-19 mantêm tendência de alta no Norte

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Boletim InfoGripe inclui dados até 30 de julho

A Região Norte ainda apresenta uma tendência de alta na incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), cujas hospitalizações estão predominantemente associadas à covid-19 desde o início da pandemia, em 2020. A análise foi divulgada hoje (3) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Boletim InfoGripe, que inclui dados até 30 de julho.

Foto:Marco Antônio/Secom

 Por Vinícius Lisboa – Segundo a Fiocruz, nas demais regiões somente os estados de Mato Grosso, Maranhão e Piauí ainda apresentam sinal claro de manutenção de crescimento, enquanto em Sergipe é possível que a alta seja apenas uma oscilação.

O boletim InfoGripe tem explicado em suas últimas edições que a segunda onda da variante Ômicron, causada por suas subvariantes, chegou primeiro ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste, regiões em que também terminou primeiro. No Nordeste e no Norte, o início da onda de infecções começou quase 2 meses depois, o que também levou a descida da curva de casos a ocorrer mais tarde.

O pesquisador Leonardo Bastos explica que, apesar de o cenário ser de tendência de queda na maior parte do país, o cenário ainda requer atenção. “A gente ainda está com indicadores de hospitalizações e óbitos [por SRAG] maiores que o período anterior à pandemia. Já caiu, mas ainda não o suficiente para falar que está tranquilo”.

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Boletim InfoGripe mostra que oito em cada dez casos virais de SRAG foram causados pelo SARS-CoV-2. A prevalência dos demais vírus foi de 1,9% para influenza A, 0,1% para influenza B, e de 5,6% para vírus sincicial respiratório (VSR).

Óbitos

O painel de dados Monitora Covid-19, também mantido pela Fiocruz, mostra que a média móvel de óbitos se manteve acima das 200 vítimas diárias durante todo o mês de julho e continua nesse patamar no início de agosto.

O número representa um aumento em relação a abril e maio, quando chegou ficou abaixo de 100 vítimas em alguns dias. Para Leonardo Bastos, o platô está relacionado à disseminação das subvariantes da Ômicron, que provocaram uma nova onda de infecções.

“O que a gente espera é que, com a queda das hospitalizações, haja uma queda nos óbitos mais pra frente, mas o quanto mais a frente não dá para saber”, disse. “A gente espera que a queda nas hospitalizações no Sul e Sudeste se reflita nos óbitos daqui a pouco, daqui a algumas semanas”, acrescentou.

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O pesquisador explica que ainda é difícil mensurar o impacto do inverno durante a onda de casos causada pelas subvariantes, “porque a covid-19 ainda não possui um comportamento endêmico descrito que pode ser tomado como base”.

“A gente acredita que há esse efeito climático, porque o clima afeta o nosso comportamento, favorecendo a transmissão de vírus respiratórios. O inverno também contribui. Agora, o quanto é do inverno e o quanto é das novas variantes a gente não consegue separar ainda”, disse o pesquisador.

Edição: Fernando Fraga

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Ministro diz que Brasil terá antiviral para tratar varíola dos macacos

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Inicialmente, serão contemplados os casos mais grave

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (1º), pelo Twitter, que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.

Por Karine Melo – “Serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento”, adiantou. O Tecovirimat tem sido oferecido como opção de “uso compassivo [autorização de uso de medicamento novo por agência reguladora, ainda sem registro definitivo]” nos Estados Unidos. Entretanto, ainda não há dados que demonstrem a eficácia do antiviral para o tratamento da varíola dos macacos.

Números

Segundo dados do Ministério da Saúde, até ontem (31), 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no país. Na última sexta (29) a pasta confirmou a primeira morte pela doença no Brasil.

A vítima era um homem, de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.

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Sintomas

A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos.

Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.

Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.

Matéria alterada às 11h50 para explicar o que é o uso compassivo do medicamento.

Edição: Kleber Sampaio

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