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AGRONEGÓCIO

SENAR – AC promove encontro para debater futuras ações em Tarauacá e Feijó

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A agenda de atividades do Plano Anual de Trabalho (PAT) 2022 marcou presença na última quarta-feira (15) no município de Tarauacá. O encontro, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR – AC), reuniu lideranças institucionais, representantes sindicais e produtores rurais de Tarauacá e Feijó.

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Reunião contou com presença de equipe do SENAR e representantes dos dois municípios. Foto: ASCOM/SENAR – AC

O principal objetivo dos encontros do PAT, além de afinar os laços entre SENAR e os parceiros municipais, é definir com o apoio dos protagonistas rurais quais as ações mais solicitadas para os respectivos municípios, além da troca de experiências e sugestões para melhorar ainda mais a oferta do SENAR – AC nestas localidades.

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Encontros do PAT estimulam troca de ideias e busca de soluções para problemas locais. Foto: ASCOM/SENAR – AC
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Parcerias institucionais foram reforçadas durante a reunião. Foto: ASCOM/SENAR – AC

Representando o SENAR – AC para apresentar as ações e prestar apoio à realização do evento, estiveram presentes Ilcilene Malini (gerente técnica); Andreia Regina Golombieski (gerente administrativa); Thiago Rodrigues (analista de controle interno); e Maria Claudilene Paiva, representante do Sindicato Rural de Tarauacá.

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Ilcilene Malini, gerente técnica do SENAR – AC, Foto: ASCOM/SENAR – AC

 “Estimular o diálogo e a política da boa vizinhança sempre estiveram lado a lado com a nossa missão institucional, que é promover a qualidade da produção rural e a melhora na qualidade de vida dos homens e mulheres do campo. Com esse feedback, temos uma noção do que precisa ser readaptado e do que precisa ser direcionado para o crescimento dos respectivos municípios, já que cada um possui uma realidade diferente.” – Ilcilene Malini, gerente técnica do SENAR – AC

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Narcélio Silva, secretário de produção do município de Tarauacá. Foto: ASCOM/SENAR – AC

“Este ano, tivemos o prazer de firmar, juntamente ao SENAR, um termo de cooperação técnica, e acreditamos que os resultados serão os melhores possíveis. Por meio dos cursos e assistência técnica e gerencial (ATeG), observamos a melhoria na qualidade dos produtos – e consequentemente, uma melhora na rentabilidade e na qualidade de vida. Tarauacá já conta com duas ATeG, nas cadeias da piscicultura e fruticultura, e o nosso objetivo é crescer cada vez mais através da assistência técnica.” – Narcélio Silva, secretário de produção do município de Tarauacá

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Maria Claudilene Paiva, representante do Sindicato Rural de Tarauacá. Foto: ASCOM/SENAR – AC

“Este tipo de encontro abre novas ideias para quem participa, e é exatamente o que estamos precisando. O crescimento não se faz sozinho, então o bom relacionamento e a parceria com SENAR, federação, prefeituras e outras instituições é essencial para os produtores rurais.” – Maria Claudilene Paiva, representante do Sindicato Rural de Tarauacá

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Elvanis Marques de Araújo, comerciante e membro do Sindicato Patronal de Tarauacá. Foto: ASCOM/SENAR – AC

“A parceria com o SENAR engrandece muito mais, pois facilita o andamento e a execução de diversos projetos. Temos esperança de muitas ações voltadas para o nosso município, onde não falta gente disposta a trabalhar e crescer.”  – Elvanis Marques de Araújo, comerciante e membro do Sindicato Patronal de Tarauacá

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Francisco Valério da Silveira, representante da Secretaria Municipal de Agronegócio de Feijó. Foto: ASCOM/SENAR – AC

“Estamos naquele momento de incentivo, de tentar realmente melhorar a autoestima dos produtores rurais para que possam desenvolver cada vez mais. O SENAR distribui conhecimento essencial para repassar aos produtores menos favorecidos, para que descubram seu potencial e desenvolvam o setor rural. Aqui em Feijó, temos um dos melhores açaís do Brasil, além de café clonal, mandioca, milho, arroz… E ainda sobre o desenvolvimento, creio que só o que pode detectar os problemas corretamente, e apontar soluções para eles, é a assistência técnica, que já vem sendo ofertada pelo SENAR através da ATeG.” – Francisco Valério da Silveira, representante da Secretaria Municipal de Agronegócio de Feijó

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda real de 5% neste ano

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Cepea, 30/11/2021 – A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida – frente ao mesmo mês do ano passado, a retração é de 2,5%, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de outubro/21). Trata-se da segunda queda consecutiva dos preços no campo, e, agora, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”. Esses dados evidenciam que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra. Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Ressalta-se que outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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Dessa forma, a desvalorização do leite no campo se mostra fortemente atrelada à crescente perda no poder de compra do consumidor, que tem desacelerado consistentemente as vendas de lácteos desde meados de agosto. Com demanda enfraquecida e pressão dos canais de distribuição, os estoques se elevaram, forçando as indústrias a reduzirem os preços dos lácteos durante outubro.

De setembro para outubro, a pesquisa do Cepea mostra reduções de 6,8%, de 4,9% e de 2% nos preços médios do leite UHT, da muçarela e do leite em pó, respectivamente, comercializados por indústrias junto aos atacados do estado de São Paulo. As negociações do leite spot em Minas Gerais também perderam força em outubro, e os valores caíram de R$ 2,34/litro na primeira quinzena para R$ 2,14/litro na segunda (queda de 8,6%). Esse movimento de desvalorização continuou, e o leite spot chegou à média de R$ 1,96/litro na segunda quinzena de novembro.

Ainda que os custos de produção sigam altos, a expectativa do setor é de que a tendência de queda nos preços se mantenha no mês que vem, ainda influenciada por dificuldades associadas às vendas dos lácteos na ponta final da cadeia.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em temos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de outubro/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: cepea@usp.br.

Fonte: CEPEA

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Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

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Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte”, declarou presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore

30/11/2021

O fórum nacional: Planeta Campo, foi realizado em São Paulo, trazendo diversos temas relacionado ao baixo carbono. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, participou do painel “Baixo Carbono: O protagonismo da agricultura”.

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte. Hoje 60% da ocupação de solo em Mato Grosso, são áreas preservadas em fazendas. Além disso, 95% das nascentes em propriedades rurais, estão em bom estado de conservação e algumas delas, intactas. Isso tudo influencia na diminuição do carbono no país”, destacou Cadore, em sua apresentação ao vivo no fórum.

Além disso, foram divulgados os programas Soja Legal, que tem como foco a sustentabilidade, preservação de recursos naturais e o suporte aos produtores rurais do estado, bem como o projeto Guardião das Águas, que é uma iniciativa desenvolvida com o objetivo de orientar e apoiar o produtor rural na manutenção, preservação e restauro de nascentes em propriedades rurais de Mato Grosso.

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O presidente da Aprosoja-MT falou também sobre as contribuições da produção de soja em Mato Grosso para uma agricultura de baixo carbono. Entre os destaques de sua apresentação, as diretrizes ambiental, social e de governança

Para o presidente da emissora do Canal Rural, Júlio Cargino, o agro é essencial para a neutralização de carbono. “Esse é o momento da sociedade se unir para discutir o assunto sustentabilidade. E o agronegócio tem papel fundamental nessa transformação, e já faz isso muito bem. O Brasil tem a maior área de cultivo sustentável do mundo, com mais de cinquenta milhões de hectares”, salientou Cargino.

O Fórum Nacional, foi promovido pelo Canal Rural, e transmitido ao vivo pelo Canal 500 da Net/Claro e pelo site da emissora.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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