conecte-se conosco


AGRONEGÓCIO

Senar discute inovações tecnológicas na pecuária de corte

Publicado


Brasília (25/11/2021) – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu, na quinta (25) sobre o tema “Pecuária de Precisão: inovações tecnológicas na Pecuária de Corte”.

A coordenadora da Central de Dados da Diretoria de Assistência Técnica e Gerencial (DATeG) do Senar, Júlia Barros, foi a moderadora do encontro. Os expositores foram o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Alberto Bernardi, e o cofundador e presidente da IRancho, Thiago Parente.

“Quando falamos em pecuária de precisão, as pessoas imaginam um robô ou algo de outro mundo, mas é um processo que começa com a informação e existe uma janela de oportunidades”, afirmou Júlia.

Thiago Parente destacou que os principais objetivos são maior rentabilidade e qualidade de vida e explicou os quatro pilares da tecnologia na pecuária de corte: genética, nutrição, manejo e gestão. Na opinião dele, a era da pós-informação será marcada pelo blockchain – rastreabilidade e garantia de origem –, aprendizado de máquina, inteligência artificial e modelos preditivos.

“A hora de começar é agora, pois toda tecnologia tem uma curva de aprendizado e implica em uma mudança cultural”, disse.

Leia mais:  Algodão ensaia retorno ao Paraná

O pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste fez uma apresentação sobre fazendas inteligentes com o uso da pecuária de precisão. Conhecidas como “smart farms” são propriedades rurais que usam tecnologias digitais para o gerenciamento, como sensores e equipamentos conectados, Internet das Coisas (IoT), drones, inteligência artificial e robótica.

Alberto Bernardi também apontou as etapas da pecuária de precisão – identificação animal, monitoramento, resultados, interpretação e recomendação e tratamento individual – e revelou as principais profissões emergentes na era digital.

Leia mais sobre o assunto:

Criado o Centro de Pecuária de Precisão

Senar Minas lança curso de Produção na Pecuária de Precisão

Assessoria de Comunicação CNA
Foto: Wenderson Araujo
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil
youtube.com/agrofortebrasilforte

Fonte: CNA Brasil

Comentários Facebook

AGRONEGÓCIO

LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda real de 5% neste ano

Publicado


Clique aqui e baixe o release completo em word.

Cepea, 30/11/2021 – A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida – frente ao mesmo mês do ano passado, a retração é de 2,5%, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de outubro/21). Trata-se da segunda queda consecutiva dos preços no campo, e, agora, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”. Esses dados evidenciam que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra. Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Ressalta-se que outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

Leia mais:  Líderes rurais debatem desafios do setor agro na Paraíba

Dessa forma, a desvalorização do leite no campo se mostra fortemente atrelada à crescente perda no poder de compra do consumidor, que tem desacelerado consistentemente as vendas de lácteos desde meados de agosto. Com demanda enfraquecida e pressão dos canais de distribuição, os estoques se elevaram, forçando as indústrias a reduzirem os preços dos lácteos durante outubro.

De setembro para outubro, a pesquisa do Cepea mostra reduções de 6,8%, de 4,9% e de 2% nos preços médios do leite UHT, da muçarela e do leite em pó, respectivamente, comercializados por indústrias junto aos atacados do estado de São Paulo. As negociações do leite spot em Minas Gerais também perderam força em outubro, e os valores caíram de R$ 2,34/litro na primeira quinzena para R$ 2,14/litro na segunda (queda de 8,6%). Esse movimento de desvalorização continuou, e o leite spot chegou à média de R$ 1,96/litro na segunda quinzena de novembro.

Ainda que os custos de produção sigam altos, a expectativa do setor é de que a tendência de queda nos preços se mantenha no mês que vem, ainda influenciada por dificuldades associadas às vendas dos lácteos na ponta final da cadeia.

Leia mais:  LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda real de 5% neste ano

Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em temos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de outubro/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: cepea@usp.br.

Fonte: CEPEA

Comentários Facebook
Continue lendo

AGRONEGÓCIO

Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

Publicado


Fortalecimento Institucional

Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte”, declarou presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore

30/11/2021

O fórum nacional: Planeta Campo, foi realizado em São Paulo, trazendo diversos temas relacionado ao baixo carbono. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, participou do painel “Baixo Carbono: O protagonismo da agricultura”.

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte. Hoje 60% da ocupação de solo em Mato Grosso, são áreas preservadas em fazendas. Além disso, 95% das nascentes em propriedades rurais, estão em bom estado de conservação e algumas delas, intactas. Isso tudo influencia na diminuição do carbono no país”, destacou Cadore, em sua apresentação ao vivo no fórum.

Além disso, foram divulgados os programas Soja Legal, que tem como foco a sustentabilidade, preservação de recursos naturais e o suporte aos produtores rurais do estado, bem como o projeto Guardião das Águas, que é uma iniciativa desenvolvida com o objetivo de orientar e apoiar o produtor rural na manutenção, preservação e restauro de nascentes em propriedades rurais de Mato Grosso.

Leia mais:  Produtores com curso do SENAR-PR são premiados no Concurso Café Qualidade Paraná

O presidente da Aprosoja-MT falou também sobre as contribuições da produção de soja em Mato Grosso para uma agricultura de baixo carbono. Entre os destaques de sua apresentação, as diretrizes ambiental, social e de governança

Para o presidente da emissora do Canal Rural, Júlio Cargino, o agro é essencial para a neutralização de carbono. “Esse é o momento da sociedade se unir para discutir o assunto sustentabilidade. E o agronegócio tem papel fundamental nessa transformação, e já faz isso muito bem. O Brasil tem a maior área de cultivo sustentável do mundo, com mais de cinquenta milhões de hectares”, salientou Cargino.

O Fórum Nacional, foi promovido pelo Canal Rural, e transmitido ao vivo pelo Canal 500 da Net/Claro e pelo site da emissora.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

Comentários Facebook
Continue lendo

Segurança

MT

Brasil

Economia & Finanças

Mais Lidas da Semana





Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262