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Senar leva capacitação em derivados do leite para Buriti

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Com objetivo de preparar profissionais para a preparação de alimentos derivados do leite, utilizando equipamentos, utensílios, instrumentos e controle de qualidade de produtos e de processos na indústria de alimentos, o Sistema FAET/SENAR realizou no município de Buriti do Tocantins, o curso de Trabalhador na Produção de Derivados do Leite. Durante uma semana, produtores e trabalhadores rurais da região aprenderam técnicas para atuar na produção desses alimentos para um mercado em crescimento e cada vez exigente.

Hoziel Pereira do Nascimento estava desempregado e viu no curso uma chance de conquistar uma vaga no mercado de trabalho e até mesmo empreender no ramo. “Eu vi esse curso como uma grande oportunidade em minha vida, estou sem trabalhar acho que de agora em diante, com um certificado do Senar nas mãos, a coisa vai mudar. Para o aluno do curso, enquanto não surgem empregos, com o que ele aprendeu já dá pra buscar uma renda pra família. Ele pretende fazer algumas produções caseiras e vender na cidade, porque acredita que a procura por derivados do leite tem crescido bastante.

O curso é uma alternativa de fonte de renda para o trabalhador e o pequeno produtor, conforme destacou a instrutora do Senar, Merilene Damasceno. Para ela, o curso oportuniza novos caminhos e dissemina técnicas que garantem mais qualidade e segurança sanitária para os consumidores. “Neste curso de derivados do leite, estamos repassando técnicas para a fabricação de queijo minas-frescal, minas-padrão, mussarela, iogurte e doce de leite pastoso”, explicou a instrutora. Ela acredita que caprichando na produção, os clientes vão surgir sem dificuldade.

Para a presidente do Sindicato Rural de Augustinópolis, Cássia Cayres, que responde pela região de Buriti do Tocantins, iniciativas como essa visam fomentar novas práticas no setor rural da região. Para ela, a região tem uma produção crescente de leite e, ao oportunizar capacitações como a que foi oferecida pelo Senar, o sindicato e com o apoio da prefeitura local, os produtores poderão agregar valor à produção, melhorando a os ganhos na atividade e gerando novas perspectivas de renda no campo. A presidente destacou que novos cursos e capacitações serão oferecidas ao longo do ano.

Fonte: CNA Brasil

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Pequenos produtores em dívida ativa podem quitar débito com desconto de até 95%

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O prazo para adesão ao programa de liquidação de crédito rural vai até o dia 30 de dezembro deste ano

Os pequenos produtores rurais já podem negociar suas dívidas em condições especiais, por meio do programa de liquidação de crédito rural. A negociação vai possibilitar ao agricultor familiar pagar as dívidas referentes a operações de crédito rural com desconto de até 95%.

Essa modalidade abrange apenas os débitos referentes a operações de crédito rural vencidos até 30 de junho de 2021 e encaminhadas para inscrição na dívida ativa da União até 31 de dezembro de 2021. O produtor rural que quiser negociar a dívida deve ser agricultor familiar, conforme definido no Artigo 3° da Lei n° 11.326, de 24 de julho de 2006, e ser o devedor principal ou corresponsável da dívida.

“O aderente tem que ser agricultor familiar e declara isso à administração pública. O agricultor familiar é aquele que explora a propriedade rural com sua família e tem dela sua principal fonte de renda. E não tem propriedade superior a quatro módulos fiscais”, explicou o Coordenador-geral da Dívida Ativa da União e do FGTS, Theo Lucas Borges de Lima.

A adesão ao programa de liquidação de crédito rural pode ser feita até o dia 30 de dezembro 2022. Para participar, é preciso acessar o site da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e escolher a opção Parcelamentos. Depois, em Programa de Liquidação de Crédito Rural para a Agricultura Familiar.

De acordo com a PGFN, os descontos variam conforme a natureza jurídica e a faixa de valor da dívida. Quanto maior o débito, menor será o desconto. Quem tem dívida de até R$ 15 mil, por exemplo, recebe 95% de desconto. Já em casos em que o montante passa de R$ 1 milhão, o desconto é de 60%, mais o valor de R$ 142 mil.

O pagamento deverá ser à vista. O agricultor que fizer a adesão terá que quitar a dívida até o último dia útil do mês que aderir. Assim, para quem efetuar a adesão em julho, o vencimento da fatura será em 31 do mesmo mês.

A negociação também abrange as dívidas referentes ao Fundo de Terras e da Reforma Agrária, inscritas em dívida ativa da União até 31 de março de 2021.

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Lei libera R$ 1,2 bilhão para equalizar juros de operações de financiamento do Plano Safra

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Lei libera R$ 1,2 bilhão para equalizar juros de operações de financiamento do Plano Safra

AMM – O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei 14.413, de 2022, que abre crédito suplementar de R$ 1,2 bilhão para equalizar os juros de operações de financiamento do Plano Safra. A subvenção será usada para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), custeio agropecuário, comercialização de produtos e investimento rural e agroindustrial. A norma foi publicada na última sexta-feira (15), em edição extra do Diário Oficial da União.

A nova lei é resultado de um projeto de lei (PLN 18/2022), aprovado pelo senadores e deputados no dia 12 de julho em sessão do Congresso Nacional. O dinheiro vai sair da reserva de contingência, uma dotação genérica do Orçamento usada pelo Poder Executivo para despesas imprevistas. Os recursos serão divididos entre as seguintes operações de financiamento do Plano Safra:

  • Pronaf: R$ 532 milhões
  • Custeio agropecuário: R$ 443,5 milhões
  • Investimento rural e agroindustrial: R$ 216,5 milhões
  • Comercialização de produtos agropecuários: R$ 8 milhões

 

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