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AGRONEGÓCIO

Setor produtivo avalia seguro disponível para a fruticultura

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Brasília (17/09/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta (17), de reunião virtual do projeto Monitor do Seguro Rural para discutir e avaliar os produtos e serviços disponíveis para frutas (abacate, figo, caju, goiaba, graviola, lima, limão, manga, melão, morango, uva e maçã).

O projeto foi lançado em julho de 2020 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e é realizado em parceria com a CNA e outras entidades do setor. Participaram do encontro virtual produtores rurais, representantes dos setores público e privado, além de companhias seguradoras.

Na abertura do encontro, o presidente da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA, Luiz Roberto Barcelos, afirmou que pequenos e médios produtores necessitam dos serviços de seguro rural para se manter na atividade.

“Esses produtores têm seguro para o carro e para a casa e precisam também para a produção, como forma de se protegerem contra as intempéries climáticas e outras perdas. Isso faz parte da estruturação e do crescimento do setor”, destacou Barcelos.

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O diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola, disse que o objetivo do projeto Monitor é promover o seguro rural e ampliar o diálogo entre o setor produtivo e as seguradoras para que haja interação, maior aderência e segurança para os produtores rurais.

Segundo o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Moisés Albuquerque, os produtores da fruta começaram a contratar seguro em meados de 2005, o que ajudou na manutenção da atividade. “Não teríamos crescido se não fossem políticas como essa. A subvenção nos ajuda a permanecer trabalhando. Esse é um investimento do poder público que retorna para a sociedade”.

Durante a reunião, foi levantada a necessidade de discutir produtos e serviços de seguro que atendam as demandas regionais, como a ocorrência de geadas ou granizo, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, e as chuvas na fase de colheita, a exemplo da uva de mesa no Vale do São Francisco.

Na safra 2021/2022, o percentual de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) para as frutas é de 40%, sendo que cada produtor tem um limite anual de R$ 48 mil. No Plano Trienal do Seguro Rural 2022/2024 esse valor vai subir para R$ 60 mil.

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A próxima reunião do projeto Monitor do Seguro Rural será no dia 15 de outubro para avaliar os seguros paramétricos. Para mais informações sobre o projeto acesse o site https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/seguro-rural/monitor-do-seguro-rural

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Fonte: CNA Brasil

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BOI/CEPEA: Relação de troca é a pior da história para recriador

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Cepea, 28/10/2021 – Dados do Cepea mostram que a atual relação de troca de arrobas de boi gordo por animais de reposição atingiu o momento mais desfavorável ao pecuarista recriador, considerando-se toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2000, no caso do bezerro. Quando consideradas as médias mensais deflacionadas pelo IGP-DI (base setembro/21), o pecuarista de São Paulo precisa, na parcial de outubro (até o dia 26), de 10,17 arrobas de boi gordo para a compra de um animal de reposição no mercado sul-mato-grossense, sendo 8,4% a mais que no mês anterior, 16,8% acima do necessário em outubro de 2020, além de ser a maior quantidade já registrada pelo Cepea. Como comparação, a média da relação de troca do Cepea é de 7,69 arrobas de boi gordo paulista para um animal de reposição de Mato Grosso do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário está atrelado às recentes fortes quedas nos preços da arroba bovina, diante da continuidade da suspensão dos envios de carne à China e da entrada de animais de confinamento no spot nacional. Além disso, os valores dos animais de reposição seguem relativamente firmes em muitas praças acompanhadas pelo Cepea, reforçando a piora na relação de troca do recriador.  Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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BATATA/CEPEA: Com menor qualidade, preços recuam

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Cepea, 28/10/2021 – Após três semanas em alta, os valores da batata registraram queda devido a problemas na qualidade, como pele escura e tamanho miúdo do produto de Vargem Grande do Sul (SP) e do Triângulo Mineiro (MG). Entre 18 e 22 de outubro, as cotações da batata tipo ágata especial/saca de 50 kg tiveram médias de R$ 140,36 (-10,53%) no atacado de São Paulo (SP), de R$ 142,61 (-7,57%) no Rio de Janeiro (RJ) e de R$ 117,31 (-0,74%) em Belo Horizonte (MG). Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

Fonte: CEPEA

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