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AGRONEGÓCIO

Sistema FAEAC/SENAR – AC prestigia encontro comercial e posse da diretoria sindical rural em Acrelândia

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Reunindo centenas de pessoas para celebrar o desenvolvimento empresarial e comercial, foi realizada na última quarta (18), o 1° Encontro Empresarial de Acrelândia, realizado pela Associação Comercial e Empresarial do município (ACEAC) em parceria com as respectivas Federações: Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (FAEAC), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Acre (Federacre), Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e Sebrae – Acre.

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Evento celebrou conquistas e o desenvolvimento do município. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

O evento, realizado na Associação dos Pecuaristas de Acrelândia, celebrou o fortalecimento das ações empresariais locais, incluindo o incentivo ao crescimento do agronegócio, contando com a participação de empresários e produtores rurais. Jader Costa, presidente da Associação, destacou aos presentes que “a política é importante, mas não pode ser o centro da tomada de decisões. Para melhorar a vida da população e garantir o avanço da cidade, precisamos do apoio do poder público, mas não deixar que ele atrapalhe nossa visão de desenvolvimento a longo prazo”.

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Centenas de pessoas prestigiaram o evento. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

Durante a cerimônia, também foi realizada a posse da diretoria e oficialização do Sindicato Patronal Rural de Acrelândia, presidido por Marli Comunello. Segundo a presidente, o evento é de suma importância para toda a população, que precisa de uma agroindústria aliada ao sindicato para alavancar o agronegócio local.

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Associação dos Pecuaristas de Acrelândia sediou o 1º Encontro Empresarial do município. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

“Sindicato que não dá assistência não é sindicato. Através da nossa diretoria, selecionada para trazer o que cada um tem de melhor, queremos um plano de ação que busque, principalmente, investir nas tecnologias, pois devemos pensar nelas como aliadas para o crescimento da produção local. A parceria com FAEAC e SENAR também é essencial para isso, trazendo atividades e cursos para os produtores rurais, que anseiam por mais conhecimento e assistência”, disse Marli.

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Marli Comunello, presidente do Sindicato Rural Patronal de Acrelândia. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

Assuero Veronez, presidente da FAEAC, prestigiou o evento e reafirmou que a Federação é parceira do município e do sindicato patronal rural: “O sindicato, em sua representação política da classe, se torna uma necessidade dos produtores rurais. Com dedicação e vontade, cobrando o governo para as devidas políticas públicas voltadas para o município, tudo se torna possível. Parabéns aos envolvidos e garantimos o apoio que os produtores merecem e precisam.”

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Assuero Veronez, presidente da FAEAC. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

Olavo Rezende, prefeito de Acrelândia, destacou que o poder público também está de portas abertas para firmar parcerias com a categoria de empresários e com os produtores rurais, buscando honrar a missão da prefeitura no município. “É importante estarmos juntos para garantir o sucesso de todas as ações”, disse Rezende.

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Olavo Rezende, prefeito de Acrelândia. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

O presidente da Federação das Indústrias, José Adriano, celebrou o encontro: “Este é um grande passo para unificarmos ainda mais o caminho do sucesso em Acrelândia, além de estarmos colaborando com a recuperação da autoestima dos produtores rurais e empresários locais.”

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Secretário da Indústria no Acre, Assurbanipal Barbary de Mesquita. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

Representando o governador Gladson Cameli na cerimônia, estava o secretário da Indústria no Acre, Assurbanipal Barbary de Mesquita: “Em nome do governador, agradeço a presença de todos aqui. O governo do Acre preza pela solução de problemas, ou seja, entendemos a importância dos empresários, principalmente os que estão ligados ao agronegócio, para o crescimento do setor comercial e industrial do Estado.”

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Objetivo do encontro é fortalecer as ações empresariais locais e o agronegócio. Foto: Astorige Carneiro/ASCOM

Assim, a formação da Diretoria do Sindicato Patronal Rural de Acrelândia agora conta com os seguintes membros:

PRESIDENTE: Marli Comunello

VICE-PRESIDENTE: Ediones Felipe

1º DIRETOR SECRETÁRIO: Natalício Gomes

2º DIRETOR SECRETÁRIO: Reigina Gonçalves da Silva

1º TESOUREIRO: Ellen Selhorst

2º TESOUREIRO: Flademir Schons

CONSELHO FISCAL- TITULAR:

1º TITULAR DO CONSELHO FISCAL: Isaac Pereira

2º TITULAR DO CONSELHO FISCAL: Celso Caffer Timpurim

3º TITULAR DO CONSELHO FISCAL: Luiz Carlos

CONSELHO FISCAL SUPLENTES

1º SUPLENTE DO CONSELHO FISCAL: Scharlys Schultz   

2º SUPLENTE DO CONSELHO FISCAL: Luciana de Oliveira

3º SUPLENTE DO CONSELHO FISCAL: Gilmar Martins

Fonte: CNA Brasil

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Com apoio do Governo de MT, indígenas cultivam café visando mercado de alto padrão

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A produção de café em aldeias indígenas em Mato Grosso, com qualidade e utilização de técnicas sustentáveis, tem chamado atenção do mercado nacional. A produção realizada por índios da aldeia Apoena Meirelles, da etnia Suruí, em Rondolândia (1.064 km de Cuiabá), é prova disso.

A comunidade possui parceria com o Grupo 3 Corações, uma das maiores empresas de café do País, na qual fornece os grãos secos e limpos de café, e a empresa industrializa, embala e comercializa os grãos já moídos, ao preço de R$ 45 a embalagem com 250 gramas de café. Esse valor, acima da média de mercado, se deve pela particularidade da forma como o café é cultivado: uso de adubo natural, sem irrigação e defensivos agrícolas, com colheita e armazenamento no tempo. Tais cuidados atraem os paladares mais exigentes, que focam em grãos que utilizam técnicas e critérios sustentáveis.

Atentos a esse cenário crescente de consumo aliado a sustentabilidade, indígenas da aldeia Massepô, localizada no território Umutina, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), também focam no cultivo do café como forma de gerar renda através da venda de cafés finos, visando o mercado internacional.

Por meio de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai), os indígenas do território Umutina contam hoje com um hectare de cafezal com mais de 3 mil pés de plantas de alto potencial produtivo.

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“À medida que a nossa comunidade foi crescendo, fomos vendo que precisávamos incorporar algo dentro da nossa área, que nos gerasse renda. Foi nesse momento que decidimos, com a ajuda do Estado, usar parte das nossas terras para produzir e gerar rentabilidade”, explica o cacique da aldeia Massepô, Felisberto Cupudunepá.

Para efetivar a inserção dos indígenas na ação de incentivo ao cultivo do café, a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) repassou as mudas, e a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) promoveu o acompanhamento técnico na área. Para aprender as técnicas de plantio e cultivo, uma parte dos indígenas viajou para Rondônia, onde já é realizado um trabalho similar e exitosa.

“Passada essa parte teórica, implementamos dentro da aldeia uma Unidade de Referência Tecnológica, que chamamos de URT, e começamos a adotar a parte prática do cultivo do café. Desde então os trabalhos têm se desenvolvido da melhor forma possível, com previsão de ampliar a área em anos posteriores”, comenta o técnico extensionista da Empaer Rafael Rosseti.

Na aldeia Massepô é esperada a colheita entre 45 a 60 sacas de café no hectare plantado, cujo o valor da venda, segundo o cacique Felisberto Cupudunepá, será revertido em melhorias na aldeia onde vivem 11 famílias.

Além de Barra do Bugres, a Seaf desenvolve a mesma ação na cidade de Campo Novo dos Parecis. Na Aldeia Chapada Azul, a pasta promove a atividade junto aos indígenas da etnia Haliti Paresi, com o plantio de cinco hectares de café clonal.

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A pasta promove ainda outras ações de desenvolvimento sustentável junto aos povos indígenas. Doou 200 caixas de abelhas aos índios Xavantes da terra indígena Grande Sangradouro, em Primavera do Leste, e à indígenas das cidades de Canarana e Porto Esperidião. Também realiza junto à aldeia Apoena Meirelles, da etnia Paiter-Suruí, em Rondolândia, ação de incentivo ao plantio de cacau, através da produção de mudas do fruto. Essas ações também contam com entidades parceiras, como a Empaer e prefeituras, através das secretarias de Agricultura.

MT Produtivo Café

A ação de Governo ‘MT Produtivo Café’ prevê a entrega de mudas de café clonal de variedades conilon e robusta para o plantio em aldeias indígenas e áreas administradas por agricultores familiares participantes do programa. A previsão é de que até o final de 2022 o Governo distribua as mudas de café clonal para 50 municípios das regiões Médio-Norte, Centro-Sul e Oeste que integram o MT Produtivo Café.

O programa pretende incrementar e renovar a área de café no Estado em cerca de 600 hectares até 2024 com o aproveitamento de áreas já abertas e cultivadas e utilizando mudas de clones de alta produtividade, o que resultará na inserção de aproximadamente 45 mil sacas na produção de café de Mato Grosso após a produção atingir sua estabilidade.

Fonte: GOV MT

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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