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Sistema Faesc/Senar-SC discute estratégias de fomento à pecuária de leite no Estado

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de Santa Catarina (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc), promoveu na última semana, na Pousada Rural do Sesc Lages, o Encontro Técnico do Programa de Assistência Técnica e Gerencial – AteG Pecuária de Leite. O evento reuniu técnicos que executam o programa e supervisores técnicos.

A coordenadora da ATeG SC Paula Coimbra Nunes discutiu as ações do próximo semestre e fez uma avaliação das atividades desenvolvidas nas propriedades até o momento neste ano. “Já tivemos muitos avanços graças ao envolvimento de todos e as expectativas são ainda melhores porque o Sistema Faesc/Senar-SC prioriza o aperfeiçoamento profissional de todas as equipes presentes nas propriedades. Esse encontro foi fundamental para discutirmos estratégias para que todos atuem de forma alinhada, oferecendo um trabalho com a melhor qualidade possível”.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, reconheceu a importância da atuação dos técnicos e supervisores para a conquista dos resultados “que são cada dia melhores” e valorizou o trabalho em equipe feito com dedicação e profissionalismo. “Além de trazer conhecimento, o encontro permitiu trocar experiências sobre o trabalho nas propriedades e oportunizou discutir melhorias para oferecer uma assistência técnica e gerencial cada vez melhor aos produtores. Nosso objetivo é que o trabalho nas propriedades seja de excelência”.

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O presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, observou que a produção leiteira é uma importante fonte de geração de renda para Santa Catarina. “Responsável pelo movimento econômico de diversos municípios do Estado, a atividade representa um segmento estratégico para muitos produtores rurais. O nosso trabalho por meio da ATeG, somado às ações realizadas por órgãos do Governo e outras entidades, é essencial para manter um padrão de qualidade na pecuária de leite”.

De acordo com Pedrozo, desde que foi criado em 2016, o programa ATeG na área de pecuária de leite atendeu mais de 5200 produtores em 202 municípios catarinenses. Atualmente, a iniciativa contabiliza 72 grupos com 2050 produtores no Estado.

PALESTRAS EM EVIDÊNCIA

A programação do primeiro dia contou com palestra “Sisateg aplicado à ATeG Bovinocultura de Leite”, ministrada pela zootecnista e coordenadora da Central de Dados Sisateg do Senar Nacional, Julia Carolina B. de Deus e sobre as principais competências do profissional de ATeG com o consultor do Senar, Erno Menzel.

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No segundo dia de evento, o médico veterinário Adriano Seddon, pioneiro em Compost Barn no Brasil e sócio da Cowcooling, falou sobre “Conforto animal e fisiologia do estresse térmico – princípio de resfriamento de vacas leiteiras” e a segunda será sobre os “Principais pontos nas instalações de sistemas resfriamento – gestão do sistema de resfriamento”.

Fonte: CNA Brasil

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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