Connect with us

SEGURANÇA

Suspeito de provocar aborto de mulher e jogar feto em lixeira é preso em flagrante pela Polícia Civil

Publicado em

Raquel Teixeira – Um homem de 51 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta terça-feira (05.07), em Lucas do Rio Verde, suspeito de crime de aborto qualificado da própria esposa.

A Delegacia da Polícia Civil do município foi acionada pela direção do Hospital São Lucas sobre uma paciente, de 42 anos, que deu entrada na unidade em estado grave e, aparentemente, teria sofrido um aborto provocado. A mulher estava acompanhada por seu marido.

Após passar por exames no hospital, foi confirmado que se tratava de aborto de uma gestação de 26 semanas e que o cordão umbilical do bebê foi cortado. Diante da constatação, uma médica perguntou ao marido da paciente sobre o bebê e ele respondeu que havia jogado no lixo.  A profissional mandou que ele buscasse o corpo, que posteriormente entregou no hospital.

A direção da unidade de saúde acionou imediatamente a equipe do Núcleo de Atendimento à Criança, Adolescente, Idoso e à Mulher. No hospital, as investigadoras entrevistaram o companheiro da paciente e confirmaram os fatos. Ele foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.

Leia mais:  Quadrilha que aplica golpes pela internet em MT e outros estados é presa pela PC em Cuiabá e VG

A mulher não pode ser ouvida diante do estado grave em que se encontra. Ela passou por cirurgia para conter a hemorragia decorrente do aborto.

Após ouvir um casal de filhos da paciente, uma adolescente de 17 anos e um rapaz de 19, o delegado Eugenio Rudy Jr. reuniu informações e indícios de autoria e materialidade do crime, sobretudo, porque o bebê foi jogado em uma lixeira pública.

O corpo do bebê foi encaminhado para exame de necropsia.

O suspeito negou em depoimento que tenha realizado o aborto. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de aborto qualificado e será apresentado em audiência de custódia da Justiça, nesta quarta-feira.

Comentários Facebook

SEGURANÇA

PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

Published

on

Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

Leia mais:  PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

Comentários Facebook
Continue Reading

SEGURANÇA

Polícia Federal afasta dois secretários municipais

Published

on

A PF deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4/8), a Operação No Service, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a irregularidades na contratação de empresa de propriedade do atual Secretário de Saúde de Feira de Santana, para realizar consultoria em Unidade de Pronto Atendimento do município por valores superfaturados.

APF – A investigação detectou que a do município realizou licitação em 2018 para contratação de Organização Social para efetuar a gestão compartilhada de uma Unidade de Pronto Atendimento, sendo celebrado naquele ano, com prazo de vigência de 12 meses, pelo valor de R$ 11.909.004,00 – podendo ser renovado por 5 anos.

Apurou-se que a entidade gestora da UPA firmou contrato de prestação de serviços médicos, em 2020, com empresa pertencente ao atual Secretário de Saúde do município pelo valor de R$ 44 mil mensais, mas que, segundo foi constatado, não houve qualquer tipo de prestação de serviços pela empresa contratada, seja de serviços médicos ou de consultoria.

Leia mais:  PF deflagra nova fase de operação contra fraudes ao Auxílio Emergencial

A contratação da empresa teria partido de ordem do atual secretário municipal, que, em parceria com os diretores da Organização Social, simulou uma contratação ficta, desviando recursos públicos superiores a R$ 200 mil, em favor do secretário, após receber a quantia em sua conta bancária, aplicava boa parte em investimentos e outra parte repassava para pessoas físicas e jurídicas.

Na data de hoje estão sendo cumpridos 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana/BA, Salvador/BA e São Paulo/SP, e 2 mandados de afastamento de função pública. Todos foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana/BA.

Os investigados irão responder pelos crimes de peculato e de superfaturamento de licitação mediante a inexecução completa do contrato.

Comentários Facebook
Continue Reading

Segurança

MT

Brasil

Economia & Finanças

Mais Lidas da Semana