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Várzea Grande

Várzea Grande e Univag proporcionam melhorias em duas unidades de saúde no atendimento às crianças

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A brinquedoteca do Hospital e Pronto-Socorro ganhou novas formas e cores e a Policlínica do Parque do Lago um novo espaço infantil. A proposta é oferecer um atendimento especial, para que uma acolhida mais humana faça a diferença na recuperação dos pequenos pacientes.


A parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Saúde e o Centro Universitário – Univag – proporcionou melhorias em duas unidades de saúde importantes no tratamento de crianças. Alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade desenvolveram o Projeto Integrador que permite modificar ambientes dentro de unidades e deixá-los mais atrativos. Um dos espaços que recebeu o projeto foi na brinquedoteca do Hospital e Pronto-Socorro, que ganhou novas formas, cores e brinquedos; o outro foi na Clínica da Atenção Primária do Parque do Lago, onde foi criado um espaço lúdico para as crianças.

Segundo o diretor do Hospital e Pronto-Socorro, Ney Provenzano, a brinquedoteca já existe dentro da unidade hospitalar por Lei. No hospital, por exemplo, ao brincar, as crianças quebram com a característica de um contexto voltado quase que exclusivamente para a doença. Foi fundamental a melhoria do espaço, desenvolvido pelos alunos de Arquitetura do Univag, onde as crianças internadas podem ficar no espaço lúdico, munindo-se de brinquedos e jogos de cunho educativo, proporcionando um atendimento mais humanizado.

“O espaço ficou mais leve, com pinturas que agradam as crianças, com coloridos suaves, novos brinquedos e móveis. Neste espaço, elas podem tomar soro brincando, interagindo com outras crianças. Embora a hospitalização infantil submeta as crianças a vivências difíceis, nota-se que elas, nesse espaço, se esquecem que estão em ambiente hospitalar. A brincadeira é um componente central na vida de qualquer criança, o que remete ela estar feliz e se distraindo. A cura pode vir mais rápido”, disse o diretor.

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O secretário Municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, destacou que o Projeto do Centro Universitário é muito importante para a sociedade várzea-grandense, uma vez que atuam em várias áreas da Administração Pública, não só na Saúde como na Educação e Assistência Social.

“É uma troca social, onde os alunos, por meio de suas aulas práticas desenvolvem projetos de arquitetura, despertando seu lado social e humanitário. Para as nossas unidades de saúde, receber o Projeto foi de suma importância, porque o Sistema Único de Saúde se faz com parcerias. E esta é mais uma que deu certo. Já temos parcerias com o Univag no atendimento em Saúde, no Centro de Especialidades Médicas do Centro, na formação de alunos que fazem estágio no Pronto-Socorro para formação médica, entre outros atendimentos”.

O vice-reitor do Univag, Flávio Foguel, destacou que os alunos colocaram em prática o que aprenderam em sala de aula. Produziram projetos de arquitetura de interiores, conforme o apontamento da secretaria de Saúde na sua necessidade e destacou a importância dos trabalhos práticos para os alunos.

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“O aluno sai do ambiente acadêmico e vem pra prática, com clientes reais, e se envolve nesses projetos, onde em conjunto vencem todas as diferenças de ideias e relacionamentos e torna-se assim esse diferencial do profissional que irá entrar para o mercado de trabalho. Os trabalhos foram desenvolvidos com todos os cuidados, respeitando o ambiente e normas sanitárias, e assim conseguiram concluir com sucesso dois importantes projetos’, explicou.

Já para o Superintendente da Atenção Primária, Geovane Renfro, a Clínica de Atenção Primária do Parque do Lago, com os novos espaços modificados, melhoram a promoção da saúde infantil com os espaços lúdicos. A criança chega na unidade e vai direto aos espaços, e lá já é feito o primeiro atendimento, o que provoca a alegria, ficando mais fácil para ela se submeter aos exames e aos tratamentos.

“Nossas equipes, juntamente com os alunos, trabalharam na alteração de três espaços, que ganharam desenhos temáticos, adequações de móveis, novos equipamentos mobiliários, brinquedos, para o atendimento às crianças em suas necessidades e de acordo com idades, visando um melhor acolhimento. Esta unidade de saúde realiza atividades de Educação em Saúde, com crianças de forma lúdica, com os temas variados, sobre vacinação, alimentação saudável, prevenção a Covid-19, dengue, enquanto esperam o tempo do tratamento. Os Agentes Comunitários em Saúde e enfermeiros, utilizam brinquedos para as atividades e produção de desenhos temáticos”, explicou o superintendente.

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Várzea Grande

Kalil encaminha projeto do novo piso salarial para agentes de saúde e agentes de endemias

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Prefeito solicitou dos vereadores, a apreciação da proposta em regime de urgência para efetivar as medidas o quanto antes.

Várzea Grande – O prefeito Kalil Baracat encaminhou à apreciação urgente dos vereadores, o projeto de Lei que trata do Piso Salarial dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), que será elevado para R$ 2.424,00 (Dois mil quatrocentos e vinte e quatro reais) entre recursos do Governo Federal e do Tesouro Municipal de Várzea Grande.

“Com certeza eles darão um salto na qualidade nos serviços de saúde prestados em Várzea Grande, pois são profissionais fundamentais para a efetividade do Sistema Único de Saúde (SUS)”, explicou o prefeito Kalil Baracat, sinalizando que o Poder Executivo trabalha pela valorização de todos os servidores públicos que somente neste ano de 2022, receberam entre correção salarial, 7% e elevação de nível estimado em 5% para todos os servidores e 12,84% para os professores que também tiveram elevação de nível na totalidade do direito de cada funcionário.

Kalil Baracat lembrou que a Saúde Municipal teve e continua tendo uma atuação de destaque e com repercussão positiva, por causa da pandemia da COVID-19, quando foi exigido de médicos, enfermeiros, auxiliares até mesmo de servidores da área administrativa, serviço redobrado por causa das campanhas de vacinação e das exigências e cuidados redobrados.

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“São profissionais fundamentais e essenciais para as ações e políticas públicas do SUS para a integração entre serviços de saúde da Atenção Primária e a população e estão vinculados às Unidades Básicas de Saúde (UBS) que fazem o primeiro atendimento dos pacientes e onde são solucionados mais de 90% dos casos, deixando aqueles mais específicos ou em grau de urgência e emergência para as UPAs IPASE e Cristo Rei e para o Hospital Pronto-Socorro de Várzea Grande”, disse o prefeito Kalil Baracat.

O prefeito lembrou que Várzea Grande tem anualmente investido quase o dobro do que estabelece a legislação em saúde pública. A lei prevê 15% das Receitas Correntes, e a sua administração supera os 28%.

Os ACS devem estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas, visando à promoção da saúde e a prevenção das doenças, de acordo com o planejamento da equipe, cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados, orientar famílias quanto à utilização dos serviços de saúde.

Já os ACE exercem o trabalho de prevenção de doenças como a dengue, chagas, malária, zika, Chikungunya, raiva, febre amarela, leishmaniose nas comunidades. Fazem vistoria de residências, depósitos, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais para buscar focos endêmicos. Inspeção cuidadosa de caixas d’água, calhas e telhados. Aplicação de larvicidas e inseticidas. Orientações quanto à prevenção e tratamento de doenças infecciosas. Recenseamento de animais. Essas atividades são fundamentais para prevenir e controlar doenças e fazem parte das atribuições do agente de combate de endemias (ACE).

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Segundo o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo Barros, a carreira dos ACS e ACE se tornou essencial em um país de dimensões continentais como o Brasil, para que a Saúde Pública ganhasse musculatura e solucionasse os problemas que mais afligem população, evitando a superlotação de unidades concebidas para os casos de urgência e emergência.

“A funcionalidade do SUS tem como concepção a atuação destes dois grupos de profissionais, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combates às Endemias (ACE), que se inter-relacionam entre si e com a população, facilitando assim o encaminhamento de medidas preventivas a serem adotadas pela própria população e até mesmo para o primeiro atendimento, para que cada uma das unidades de saúde possa então promover o atendimento necessário e na medida do possível a solução para os casos”, disse Gonçalo Barros.

Ele lembrou que as pessoas culturalmente procuram as UPAs e o Hospital Pronto-Socorro de Várzea Grande para casos que seriam facilmente solucionados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

“Se o sistema funcionar dentro do concebido, do estabelecido, teremos uma demanda menor, soluções mais eficientes e a saúde da população em melhores condições”, frisou Gonçalo Barros.

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Várzea Grande

Kalil Baracat favorece mecanização do cultivo para pequenos produtores de Várzea Grande

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As comunidades rurais Sadia 1, Sadia 3, Formigueiro e Limpo Grande, onde vivem mais de 500 famílias, estão sendo beneficiadas pela ação da gestão, que visa fomentar a produção nas propriedades do município.

Celly Silva – Com o objetivo de melhorar a vida das famílias que vivem no campo, a gestão Kalil Baracat, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) e em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (SEAF), já disponibilizou dois tratores Massey Ferguson, um trator LS 50cv e dois microcultivadores para as comunidades rurais Sadia 1, Sadia 3, Formigueiro e Limpo Grande, onde vivem mais de 500 famílias. Em breve, mais um trator será entregue no assentamento Dorcelina Folador.

Esses maquinários mudaram a realidade de pequenos produtores, que antes tinham que pegar no cabo da enxada por horas debaixo do sol para lavrar alguns metros de terra e, agora, em pouco tempo, conseguem fazer o preparo do solo de uma área maior, com mais eficácia e melhores condições de trabalho.

Maria Aparecida da Silva, dona de uma área de 26 hectares no assentamento Sadia 3, onde planta abóbora, tomate, banana e cana-de-açúcar, já foi beneficiada com o preparo do solo de sua propriedade. “É uma melhoria porque o pequeno agricultor não tem condições de pagar funcionário para trabalhar no campo e com esse maquinário é uma ajuda pra nós, facilita bastante. Antes a gente quase não tinha condições de fazer plantio. Era 8 horas por dia trabalhando nesse sol para render quase nada de serviço”.

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O vice-presidente da Associação de Produtores do Sadia 3, Josemiro Gomes das Neves, já utilizou os tratores para arar as terras de alguns vizinhos de assentamento. “Através da Secretaria do Meio Ambiente chegou esse maquinário pra nós e eu tenho certeza que vai ser bem aproveitado. Os produtores têm nos procurado, já fizemos alguns serviços nas propriedades e temos que agradecer pelo pedido que nós fizemos e chegou o benefício”, afirma.

Além dos maquinários, a Prefeitura de Várzea Grande também oferece a manutenção e combustível dos tratores e microcultivadores, contratou um operador de máquinas e está em vias de contratar mais um e, no próximo dia 8, iniciará, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) e com o Sindicato Rural de Nossa Senhora do Livramento, o curso de operador de trator na comunidade Sadia 3, para que os próprios moradores possam utilizar os equipamentos. No total, a previsão é que R$ 700 mil sejam investidos por ano pelo Executivo municipal nesse projeto.

De acordo com o secretário Municipal Célio Santos, o objetivo é aumentar a produção dos pequenos agricultores que mais precisam de apoio. “O preparo do solo é uma forma da Prefeitura ajudar no cultivo de produtos oriundos da agricultura familiar, bem como o incentivo à diversificação, pois eles precisam buscar fonte de renda de diversas formas. Já se percebe uma mudança, apesar de se tratar de um processo que não é da noite para o dia”, explica.

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A agrônoma da SEMMADRS, Raphaela Maria Martins Soares, informa que o preparo do solo é uma etapa importante de qualquer tipo de cultivo. “O produtor precisa preparar o solo antes do plantio. Sem essas máquinas, ele teria que fazer um preparo manual, o que dificultaria e diminuiria a produção dele”, diz. A profissional destaca ainda que a equipe da Pasta tem levado outros serviços para as famílias rurais. “Nós estamos aqui no campo semanalmente, acompanhamos os produtores, avaliamos o que eles têm cultivado, damos assistência e orientações referentes ao plantio, pragas, doenças”, elenca.

Coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável da SEMMADRS, Jhonattan Luydd Fernandes Ferreira explica que além das comunidades onde estão os maquinários, pequenos produtores de outras regiões também podem solicitar o uso. “É preciso protocolar um pedido na Secretaria. A partir daí a gente faz um cronograma para poder atender a todos os produtores”.

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