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SEGURANÇA

Virada Cultural teve dez pessoas presas

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Ao menos dez pessoas foram presas durante a Virada Cultural, realizada neste sábado (28) e domingo (29) na capital paulista. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a maior parte foi detida na região central.

Foram apreendidos ainda quatro celulares e uma faca. Os furtos e roubos assustaram o público que foi assistir os shows na madrugada de sábado para domingo no Vale do Anhangabau, no centro da cidade. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas sendo agredidas ou fugindo de brigas na região. A Polícia Militar informou ter abordado 585 pessoas e ter monitorado todo o evento com câmeras.

Domingo tranquilo

Na tarde de domingo, o clima era tranquilo na região central. O vocalista Marcelo D2, do Planet Hemp, banda que encerrou o evento, inclusive ressaltou o fato de nenhuma confusão ter acontecido durante a apresentação.

Após dois anos de pandemia, a Virada Cultural voltou a ocorrer de forma presencial na capital paulista. Durante o evento são realizadas diversas ações culturais como shows musicais, performances, danças e apresentações por um período de 24 horas.

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Ao contrário das edições anteriores – com exceção da que ocorreu em 2017 -, a prefeitura paulistana decidiu este ano descentralizar as atrações, deixando poucos palcos no centro da capital. E determinou que, para entrar no Vale do Anhangabaú, as pessoas tivessem que passar por uma revista.

A estimativa inicial da prefeitura de São Paulo era atrair 2 milhões de pessoas com 300 atrações artísticas espalhadas por toda a cidade.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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SEGURANÇA

PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

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Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

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A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

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SEGURANÇA

Polícia Federal afasta dois secretários municipais

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A PF deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4/8), a Operação No Service, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação relativa a irregularidades na contratação de empresa de propriedade do atual Secretário de Saúde de Feira de Santana, para realizar consultoria em Unidade de Pronto Atendimento do município por valores superfaturados.

APF – A investigação detectou que a do município realizou licitação em 2018 para contratação de Organização Social para efetuar a gestão compartilhada de uma Unidade de Pronto Atendimento, sendo celebrado naquele ano, com prazo de vigência de 12 meses, pelo valor de R$ 11.909.004,00 – podendo ser renovado por 5 anos.

Apurou-se que a entidade gestora da UPA firmou contrato de prestação de serviços médicos, em 2020, com empresa pertencente ao atual Secretário de Saúde do município pelo valor de R$ 44 mil mensais, mas que, segundo foi constatado, não houve qualquer tipo de prestação de serviços pela empresa contratada, seja de serviços médicos ou de consultoria.

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A contratação da empresa teria partido de ordem do atual secretário municipal, que, em parceria com os diretores da Organização Social, simulou uma contratação ficta, desviando recursos públicos superiores a R$ 200 mil, em favor do secretário, após receber a quantia em sua conta bancária, aplicava boa parte em investimentos e outra parte repassava para pessoas físicas e jurídicas.

Na data de hoje estão sendo cumpridos 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana/BA, Salvador/BA e São Paulo/SP, e 2 mandados de afastamento de função pública. Todos foram expedidos pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana/BA.

Os investigados irão responder pelos crimes de peculato e de superfaturamento de licitação mediante a inexecução completa do contrato.

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