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AGRONEGÓCIO

Zootecnistas contribuem para o bom desempenho da pecuária brasileira

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Brasília (13/05/2021) Há mais de 55 anos que o Brasil comemora o Dia do Zootecnista. O trabalho, cuidado e dedicação desses profissionais, ao longo dos anos, contribui para o bom desempenho da produtividade e rentabilidade da pecuária e, consequentemente, da produção de alimentos.

A data é celebrada no dia 13 de maio em homenagem a aula inaugural da primeira turma de graduação em zootecnia, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Uruguaiana (RS), em 1966. O curso foi o primeiro voltado exclusivamente para a área no Brasil e o terceiro da América Latina.

Desde 1966, a zootecnia expandiu e se solidificou como profissão essencial para o desenvolvimento da pecuária. Segundo a Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), existem atualmente 35 mil profissionais formados, 129 cursos de graduação e 21 mil alunos com matrículas ativas nessas instituições.

Dentre inúmeras atribuições, o zootecnista é responsável pelo melhoramento genético dos animais, com foco não só em reprodução e produtividade, mas no bem-estar de bovinos, suínos, ovinos e aves. Trabalho que rendeu ao Brasil o título de maior exportador de carne bovina e de frango do mundo.

Com o uso de tecnologias e desenvolvimento de pesquisas científicas, o Brasil também se mantém em primeiro lugar quando o assunto é rebanho bovino comercial. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), são mais de 220 milhões de cabeças.

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) parabeniza e agradece a todos os profissionais por garantir a segurança alimentar do país e do mundo.

Confira o depoimento de alguns zootecnistas:

ANA PAULA CAMPOS SOARES

Ana Paula estudou zootecnia na UPIS – Faculdades Integradas, a antiga União Pioneira de Integração Social, de 2004 a 2008. Ela escolheu atuar na área de controle zootécnico e organização financeira, gestão e gerenciamento. Atualmente é supervisora do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Distrito Federal (Senar-DF).

“Amo esse contato com o campo. Desde pequena falava para os meus pais que queria cuidar dos animais. Mas hoje amo cuidar dos produtores para que eles possam tratar com mais eficiência desses animais. A minha maior motivação é fazer o produtor acreditar que ele pode ser bem sucedido se ele enxergar a propriedade rural como uma empresa próspera”, disse.

Aos estudantes de zootecnia, Ana Paula recomenda: “Não se restrinja à sobrevivência, vá além, viva intensamente. Faça um planejamento de vida para você e sua família para que, assim, vocês experimentem o melhor da terra”.

FELIPE CABRAL

Felipe Cabral iniciou o curso de zootecnia em 2005 e se formou em 2010, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Fez mestrado na área de forragicultura e pastagem e atualmente é coordenador de Assistência Técnica do Senar Bahia.

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“Tenho afinidade com a área desde criança. O que me motivou foi justamente a influência da minha família que já vem do meio rural”, afirmou.

Para Felipe, a formação em zootecnia não deve ser o último estudo. “É preciso aprender novas habilidades, estar aberto a entender as adaptações que a profissão exigirá no futuro precisará”.

MARCELO PARENTE DE PINHO

*FOTO*

O produtor rural Marcelo Parente se formou em 1991 na antiga ESAL (Escola Superior de Agricultura de Lavras), hoje Universidade Federal de Lavras. Também é técnico de Registro de Mangalarga Marchador (raça de cavalo). Já deu aula em colégio agrícola, universidade e atualmente é dono da Cruza Agronegócios, empresa voltada para o mercado de sêmen e nitrogênio líquido.

“Sempre tive paixão por animal, principalmente equinos. Com o tempo fui descobrindo o que a zootecnia podia me proporcionar”, destacou.

Quando questionado sobre sua motivação, Marcelo não deixou dúvidas: o mundo precisa de alimento e produzido em cada vez menos espaço. “Somente através da tecnologia, do zootecnista e de técnicos adjacentes que esse aumento de produtividade vai acontecer”.

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Fonte: CNA Brasil

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Primavera do Leste tem nascentes em ótimo estado de conservação

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Sustentabilidade

Primavera do Leste tem nascentes em ótimo estado de conservação

Localizadas em propriedades rurais as fontes estão 97% preservadas

12/06/2021

Levantamento realizado pelo projeto Guardião das Águas, de iniciativa da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), identificou que produtores rurais de Primavera do Leste, região Sudeste do Estado preservam 97% das nascentes. O estudo apontou que, das 259 fontes encontradas em áreas agricultáveis, 250 estão em ótimo estado de conservação. O município possui 194.329 mil hectares de plantio de milho e 285.507 mil ha de cultivo de soja.

O estudo aponta também, que produtores rurais de Paranatinga, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Rondonópolis, Cuiabá e Itiquira também preservam o patrimônio natural. Nesses municípios os resultados mostram um percentual de conservação das fontes entre 95 e 99%. O Guardião das Águas é desenvolvido há três anos e já mapeou 63.859 nascentes em 34 municípios do Estado.

O mapeamento tem como objetivo avaliar e diagnosticar as nascentes dos municípios produtores de soja e milho, de acordo com o grau de conservação, além de apoiar a regularização ambiental e fomentar estratégias internacionais.

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Gerente de Sustentabilidade e responsável pelo projeto, Marlene Lima, explica que “o Guardião das Águas é uma ação contínua que serve para instruir o produtor associado sobre os trabalhos de restauro florestal que precisam ser realizados nas fazendas”.

Em Primavera do Leste, na fazenda do produtor rural Rafael Zanin, as nascentes estão intactas. “Nossa área é de cerca de 5 mil hectares, aqui cultivamos soja, milho e pecuária. Fazemos aceiro, áreas de dreno, não derrubamos árvores, nem o gado bebe água das nascentes, pois temos poço artesiano e local apropriado para eles. Separamos o lixo e reciclamos, tudo com muita responsabilidade, já que em nossa propriedade temos três dos principais biomas: Amazônia, Cerrado e Pantanal”.

Morador de Paranatinga há uma década, o produtor rural Abel Dognani, se orgulha ao falar do município e suas potencialidades. A fazenda de 2.500 hectares possui diversas nascentes preservadas, bem como reserva legal intacta. “Plantamos soja e milho, mas temos a consciência da preservação do meio ambiente. Reflorestamos cerca de 20 a 30 metros em torno das nascentes e com isso os açudes (represas de água) estão cheios, o que atende toda a demanda da fazenda”, enfatizou Abel.

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O projeto Guardião das Águas tem responsabilidade com o meio ambiente.“A sustentabilidade no agronegócio envolve práticas ambientais nas atividades agrícolas, bem como adoção de novas tecnologias e aplicação de métodos sustentáveis na rotina do campo. Prova disso é a preservação das nascentes em propriedades rurais, em média 95% delas em ótimo estado de conservação”, declarou presidente da Aprosoja, Fernando Cadore.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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Faculdade CNA doa cobertores e agasalhos à organização social no DF

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Brasília (11/06/2021) – A Faculdade CNA entregou, na sexta (11), ao Instituto Menos de Mim, do Distrito Federal, agasalhos e cobertores arrecadados durante a Semana da Responsabilidade Social, promovida pela instituição entre os dias 24 e 28 de maio.

“A Semana foi uma série de eventos onde mostramos as iniciativas do Sistema CNA/Senar e aproveitamos para incentivar nossa comunidade acadêmica a promover a solidariedade nesse período mais frio do ano na cidade”, afirmou o professor Alberto Santos, que acompanhou a entrega.

As doações foram arrecadadas no polo da Faculdade CNA em Brasília e no edifício sede do Sistema CNA. Ao todo foram mais de 200 peças entre cobertores, agasalhos e roupas de adulto e infantil.

“Queríamos aproximar a faculdade de quem precisa e está passando por dificuldades nesse momento de crise. A instituição quer agir em prol da sociedade que está inserida e contribuir com a formação dos estudantes, ensinando-os o respeito ao próximo e a promoção da solidariedade”, ressaltou Santos.

O Instituto Menos de Mim fica localizada no Guará, região administrativa localizada a 11 km de Brasília, e arrecada esses produtos para doações a comunidades carentes do Distrito Federal. Na quinta (17), a organização vai fazer um evento na Praça do Relógio, em Taguatinga (22 km de Brasília), para distribuir os cobertores e agasalhos a pessoas que vivem na rua.

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Fonte: CNA Brasil

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