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QUANTO CUSTA UM VICE?

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

MATO GROSSO

Wania Dantas, ex-presidente do CRO-MT, entra no radar para vice de Wellington Fagundes

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A ex-presidente do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT), Wania Dantas (MDB), passou a ser cogitada como uma das possíveis candidatas a vice na chapa do senador Wellington Fagundes (PL), que disputa o Governo do Estado.

Nos últimos dias, o nome da ex-prefeita de Sinop e segunda suplente de senadora Rosana Martinelli também entrou nas articulações para a vaga. Rosana é candidata à Câmara dos Deputados, enquanto Wania Dantas disputa uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano.

Inicialmente, o nome ventilado para a vice foi o do empresário Marcelo Maluf, do Novo. A possibilidade avançou a ponto de Maluf constar formalmente na ata da convenção partidária como candidato a vice-governador na chapa de Wellington.

A composição, no entanto, mudou poucas horas depois. O PL apresentou uma nova formação à Justiça Eleitoral, desta vez com o médico Alencar Farina (PL) ocupando a vaga de vice.

Até o momento, Wellington Fagundes não se pronunciou oficialmente sobre quem será o candidato a vice em sua chapa.

Fonte: Política

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MATO GROSSO

Zé Medeiros apresenta Lei da Blindagem Rural e alerta: crime no campo deixa a comida mais cara

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Projeto cria política nacional de proteção à produção agropecuária e endurece as penas para crimes que comprometem o abastecimento e encarecem os alimentos
Com o objetivo de combater crimes no campo que impactam diretamente o preço dos alimentos, o deputado federal Zé Medeiros (PL) apresentou o Projeto de Lei 2.985/2026, que cria a Política Nacional de Proteção da Produção Agropecuária, conhecida como Lei da Blindagem Rural. A proposta prevê medidas de monitoramento, integração das forças de segurança e aumento de penas para crimes que prejudicam a produção agropecuária, o transporte da safra e o abastecimento da população.
Assessoria – A proposta prevê a criação de um Sistema Nacional de Monitoramento Rural Integrado, com uso de tecnologias como satélites, drones e georreferenciamento, além da integração entre forças policiais, órgãos de inteligência e bancos de dados sobre ocorrências no campo. Também autoriza a formação de forças-tarefa especializadas em segurança rural e incentiva o policiamento especializado e o rastreamento de máquinas e cargas.
“Quando há roubo de defensivos, cargas, gado ou maquinário, além de invasões e bloqueios logísticos, o impacto ultrapassa a porteira da fazenda e afeta toda a cadeia econômica. O resultado é o aumento dos custos de produção e do preço dos alimentos. Em termos simples: o crime no campo encarece a comida na mesa do brasileiro”, justifica Medeiros.
O projeto estabelece aumento de pena para crimes que provoquem prejuízos à cadeia produtiva, como roubo de insumos agrícolas, furto de maquinário, abate clandestino de animais, invasão de propriedades, roubo de cargas e bloqueio de rodovias utilizadas para o escoamento da produção. A proposta ainda tipifica como crime contra a ordem econômica o bloqueio de estradas com o objetivo de impedir o transporte de produtos agropecuários.
Segundo Medeiros, a segurança no campo deixou de ser uma pauta exclusiva do setor agropecuário e passou a ser uma questão de interesse nacional, já que os prejuízos causados pela criminalidade impactam diretamente o preço dos alimentos, a logística, os investimentos e a economia brasileira.
“O crime no campo não prejudica apenas o produtor rural. Ele afeta toda a cadeia produtiva, encarece os alimentos e compromete o abastecimento. Precisamos tratar essa questão como uma política de proteção à economia e à segurança alimentar do país”, afirmou o parlamentar.
Na justificativa da proposta, o deputado destaca que estados como Mato Grosso desempenham papel estratégico na produção de alimentos e nas exportações brasileiras, tornando essencial a adoção de medidas que garantam maior segurança à produção agropecuária e à infraestrutura logística.

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