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JUSTIÇA

Desafio InovaTJMT incentiva unidades dos Juizados Especiais a apresentarem soluções inovadoras

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso lançou o “Desafio InovaTJMT – Juizados Especiais”, iniciativa que busca estimular a criação de soluções inovadoras voltadas à modernização das rotinas das unidades vinculadas aos Juizados Especiais do Poder Judiciário estadual.
Promovido pelo Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje), em parceria com o Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), Laboratório de Inovação (Inovajus) e Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, o desafio tem como objetivo identificar oportunidades de automação e melhorias nos fluxos de trabalho, promovendo mais eficiência, padronização de procedimentos, redução de retrabalho e celeridade processual.
A juíza coordenadora do Inovajus, Joseane Antunes, ressalta que a iniciativa fortalece a cultura institucional colaborativa. “O Desafio InovaTJMT representa uma importante iniciativa de valorização da inovação no Poder Judiciário, estimulando as unidades a refletirem sobre seus próprios desafios e construírem soluções com foco em qualidade, eficiência e melhoria da prestação jurisdicional”.
Além de reconhecer boas práticas, o desafio fortalece uma cultura institucional voltada à colaboração, à modernização e ao aperfeiçoamento contínuo dos serviços prestados à sociedade.
A diretoria do Daje, Shusiene Tassinari Machado explica que o Desafio Inova TJMT é a oportunidade para que as unidades possam construir um Judiciário mais moderno, eficiente e alinhado às necessidades da sociedade. “Este desafio nasce com propósito de estimular soluções inovadoras que tragam mais eficiência, padronização e celeridade às nossas rotinas, contribuindo diretamente para a melhoria da prestação jurisdicional”, argumenta a diretora. “Sabemos que são as equipes que estão na ponta que conhecem, na prática, os desafios do dia a dia. Cada unidade poderá apresentar sua proposta de melhoria, com foco em soluções aplicáveis, replicáveis e que gerem impacto real no serviço”, contextualiza.
As propostas poderão ser enviadas até o dia 05 de junho de 2026, e as melhores iniciativas serão reconhecidas institucionalmente, com apresentação durante a Semana Nacional dos Juizados Especiais.
Poderão participar todas as varas e unidades vinculadas aos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Cada unidade poderá inscrever uma única proposta, encaminhada por responsável formalmente indicado no ato da inscrição.
Consultoria técnica para apoiar propostas – Com o intuito de auxiliar as unidades na elaboração das ideias, foi implantado um canal exclusivo de consultoria técnica. O suporte será realizado pelo Daje e pelo Dapi, com orientações sobre viabilidade técnica no ambiente do Processo Judicial Eletrônico (PJe) e alinhamento às boas práticas institucionais.
O atendimento será realizado pelo e-mail institucional: [email protected].
Critérios de avaliação – As propostas serão analisadas por comissão julgadora composta por representantes das áreas envolvidas na iniciativa. Entre os critérios considerados estão:
  1. impacto operacional;
  2. replicabilidade da solução;
  3. inovação e criatividade;
  4. clareza da proposta;
  5. viabilidade técnica.
A avaliação ocorrerá em duas etapas: análise eliminatória de viabilidade técnica e classificação por pontuação.
Reconhecimento institucional – As unidades que apresentarem propostas consideradas viáveis receberão o “Selo Unidade Inovadora”. Já a proposta vencedora será reconhecida institucionalmente e apresentada durante a Semana Nacional dos Juizados Especiais de 2026.
Inscrições – As inscrições devem ser realizadas exclusivamente por formulário eletrônico institucional até o dia 5 de junho de 2026, por meio do link: https://forms.cloud.microsoft/r/BfwPSN11d9
As propostas deverão conter descrição do problema identificado, solução sugerida, impacto esperado e possibilidade de replicação em outras unidades. Também poderão ser anexados fluxogramas, modelos, imagens e outros materiais que auxiliem na compreensão da ideia.

Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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JUSTIÇA

Vida Plena inicia capacitação voltada à promoção da saúde mental

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O Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) – Vida Plena promoveu, nesta sexta-feira (15), a primeira etapa de capacitação do “Projeto Âmbar – Prevenir para Cuidar”, iniciativa voltada à promoção e à prevenção da saúde mental no ambiente de trabalho. A formação ocorreu no Auditório Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), em Cuiabá, e terá continuidade em formato virtual nos dias 21 e 28 de maio, e 11 e 18 de junho, por meio de oficinas realizadas na plataforma Microsoft Teams.Nesta fase inicial, participaram 25 facilitadores previamente selecionados, entre servidores do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), Departamento de Gestão de Pessoas (DGP), Subprocuradoria-Geral de Justiça de Planejamento e Gestão (Subplan), Corregedoria-Geral e do Vida Plena. Esses profissionais atuarão como multiplicadores da iniciativa, conduzindo oficinas e fomentando espaços de diálogo sobre saúde mental e riscos psicossociais no âmbito institucional.A promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, coordenadora do programa Vida Plena, destacou o caráter preventivo do Projeto Âmbar, ressaltando que a proposta parte do entendimento de que o cuidado com a saúde mental deve anteceder o agravamento do sofrimento. “O Projeto Âmbar nasce da compreensão de que cuidar da saúde mental é agir antes que o sofrimento se instale. Ao formarmos facilitadores, estamos fortalecendo uma rede interna de cuidado, capaz de identificar riscos psicossociais, promover o diálogo e contribuir para um ambiente de trabalho mais saudável e sustentável”, afirmou.Segundo a promotora, a iniciativa também busca humanizar o ambiente institucional e ampliar o olhar sobre o bem-estar de servidores e membros. “O Projeto Âmbar tem o objetivo de promover a prevenção ao adoecimento mental e fomentar um ambiente de trabalho mais humanizado. Hoje realizamos a capacitação dos servidores e membros que vão atuar como facilitadores na execução dessa iniciativa. Trata-se de uma oficina de trabalho, pensada como um espaço de troca de experiências e de muito aprendizado”, completou.O Projeto Âmbar está alinhado à Política Nacional de Atenção à Saúde Mental dos integrantes do Ministério Público, instituída pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que incentiva a criação e o fortalecimento de ações permanentes de promoção e prevenção à saúde mental. No MPMT, a iniciativa integra a governança institucional e dialoga com as diretrizes do Planejamento Estratégico.A promotora de Justiça Alessandra Gonçalves da Silva Godoi, auxiliar da Corregedoria-Geral do Ministério Público (Coger), destacou que a atuação do órgão é pautada na prevenção, orientação e apoio aos membros. “O papel da Corregedoria é basicamente de prevenção, orientação e também de apoio à execução das atividades pelos seus membros. E, sob esse aspecto, podemos dizer que trilharemos um caminho de auxiliar o promotor de justiça a identificar os riscos na sua equipe de trabalho relacionados à sua saúde mental, bem como de todos os que estão sob a sua supervisão e, depois de identificados esses riscos, como proceder”, afirmou.A psicóloga Thaísa Soares, facilitadora da capacitação, explicou que a formação representa a etapa inicial de um processo contínuo. “Essa tarde estamos trabalhando na capacitação com facilitadores que, após essa primeira etapa, a gente também vai dar uma continuidade acompanhando o projeto em que vão mobilizar grupos em torno dos temas em saúde mental, saúde mental dos trabalhadores e riscos psicossociais”, disse.Segundo ela, inclui metodologias voltadas à sensibilização dos participantes. “Então, nós vamos também abordar metodologias para que esse trabalho possa sensibilizar através de recursos como oficinas socioafetivas ou outras que se aproximem mais dos trabalhadores e essa sensibilização em relação à saúde mental no contexto do trabalho”, completou.Saiba mais – O nome Âmbar faz referência à resina produzida pelas árvores como mecanismo de autoproteção diante de lesões, simbolizando cuidado, cura e prevenção. A proposta do projeto segue essa lógica, ao incentivar a identificação de fissuras no cotidiano de trabalho e o fortalecimento de práticas institucionais capazes de proteger as pessoas antes que o adoecimento se manifeste.De acordo com a gerente do Projeto Âmbar, Luísa Catarina Oliveira Gonçalves, a segunda etapa da capacitação será direcionada às lideranças da instituição, mediante inscrição prévia. A iniciativa busca ampliar a compreensão sobre saúde mental no trabalho, prevenção de riscos psicossociais e fortalecimento da gestão de equipes, contribuindo para a construção de uma cultura organizacional mais humanizada no MPMT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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JUSTIÇA

Alunos de escola militar debatem violência de gênero em roda conversa

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Confiança, respeito, admiração, parceria, maturidade, lealdade, liberdade, diálogo, zelo, carinho e cuidado estão entre os principais valores que os alunos da Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici associam a um relacionamento saudável. As palavras foram registradas no “Mural do Respeito”, construído ao final da primeira visita do Projeto FloreSer à unidade escolar, nesta sexta-feira (15.05).Ao todo, seis turmas, com média de 30 estudantes cada, participaram das rodas de conversa promovidas pelas equipes multiprofissionais do Espaço Caliandra e por assessoras do gabinete da promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, que acompanhou as atividades durante a manhã.O Projeto FloreSer é uma iniciativa do Ministério Público de Mato Grosso, desenvolvida pelo Núcleo das Promotorias de Justiça de Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, com o objetivo de orientar adolescentes e jovens sobre a prevenção da violência no início dos relacionamentos, além de promover reflexões sobre comportamentos abusivos e machistas entre os jovens.Durante os encontros, os estudantes refletiram sobre relacionamentos saudáveis, respeito mútuo, limites e prevenção à violência. O aluno João Paulo de Souza, de 15 anos, estudante do 1º ano, disse que a atividade trouxe orientações importantes para a proteção de meninas e meninos.“Aprendemos que não podemos forçar uma pessoa e que, mesmo quando existe amor, determinadas atitudes podem se tornar abuso. Todo relacionamento precisa ter limites. Também entendi que forçar alguma situação pode acabar provocando algo mais grave, até uma morte, e destruir o futuro de alguém”, afirmou o estudante.Para Ana Vitória, de 15 anos, a roda de conversa contribui para que meninas e meninos reflitam sobre comportamentos nocivos e não repitam atitudes de violência cometidas contra as mulheres. Segundo ela, as orientações também ajudam as jovens a identificarem os sinais de um relacionamento abusivo.“Acho que os meninos, assim como as meninas, vão refletir mais depois dessa palestra e passar a respeitar mais as mulheres”, destacou a estudante.A coordenadora Sandra Leite dos Santos ressaltou a importância de inserir o debate sobre violência doméstica e relações saudáveis no ambiente escolar. Segundo ela, iniciativas como o Projeto FloreSer contribuem tanto para orientar as meninas quanto para educar os meninos sobre respeito e igualdade.“Para nós, esse tipo de projeto é muito válido, porque ajuda a preparar as meninas e, principalmente, a educar os nossos meninos. São temas e situações que precisamos trabalhar constantemente. Ainda convivemos com questões relacionadas ao machismo e situações que muitas vezes incomodam as alunas. Temos meninas bem orientadas a procurar a coordenação sempre que algo as incomoda”, destacou a coordenadora.O aluno Luziel dos Reis participou ativamente das discussões. Segundo ele, o encontro trouxe reflexões importantes sobre a violência contra a mulher e a necessidade de mudança de comportamento dentro da sociedade.“Trazer esse conhecimento para o ambiente escolar é muito importante e ajuda a conscientizar as pessoas”, afirmou o estudante.A Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici é administrada pelo Corpo de Bombeiros Militar desde 2020, enquanto a gestão pedagógica é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A unidade atende 839 alunos do Ensino Médio no período matutino e 822 estudantes do Ensino Fundamental no período vespertino.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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