Estudantes da Escola Estadual Cívico-Militar Prof. Heliodoro Capistrano da Silva, em Cuiabá, vão levar a experiência da Robótica Educacional para fora da sala de aula neste sábado (10.10). A Equipe Heliobot Technology participa de uma ação aberta ao público, das 14h às 19h, na Praça de Alimentação do Shopping 3 Américas.
A iniciativa tem como objetivo apresentar, de forma prática e lúdica, como a Robótica Educacional pode contribuir para o desenvolvimento da criatividade, da capacidade de solucionar problemas e de diferentes competências.
Durante o evento, que é gratuito, os visitantes poderão conhecer de perto os robôs desenvolvidos pelos estudantes, interagir com as tecnologias e participar de um desafio em um labirinto.
“Estamos preparando uma oficina de montagem e programação com o objetivo de levar para o shopping a realidade vivida hoje no chão da escola”, destaca o professor de Matemática e técnico da equipe, Jackson Vieira.
Ainda segundo ele, a Robótica é capaz de proporcionar experiências incríveis. “Queremos mostrar a prática do nosso modelo de aprendizagem e os diferenciais da escola pública, entregando experiência para que a comunidade possa lembrar de cada momento vivenciado durante a ação”, completa.
A atividade também será uma oportunidade para os estudantes compartilharem com a comunidade conhecimentos e experiências construídos no ambiente escolar, dando visibilidade ao protagonismo juvenil e às iniciativas de tecnologia e inovação desenvolvidas dentro da escola.
Para Ágatha Melissa Lemos Araújo, estudante do 6º ano da unidade, a ansiedade para apresentar ao público e compartilhar o conhecimento adquirido em sala de aula marca o clima de preparação da equipe. “Além da oficina de montagem, programação e jogos para entreter e atrair o público, também queremos aproveitar a oportunidade para divulgar o nosso projeto”, afirma ela.
Ágatha explica que crianças e interessados podem participar da oficina de montagem e programação. De acordo com ela, o robô que for produzido na oficina será o mesmo utilizado no labirinto. “O robô será controlado por um controle de Xbox, onde duas pessoas competirão para ver quem sai primeiro de lá”.
Heliobot Technology
A equipe Heliobot Technology vem representando Mato Grosso desde 2024 em competições da FIRST LEGO League Challenge, iniciativa que estimula estudantes a desenvolver projetos de inovação, construir e programar robôs e solucionar desafios de forma colaborativa.
Entre os trabalhos desenvolvidos pela equipe está a construção dos robôs, em que os estudantes trabalham conceitos de programação, engenharia e resolução de problemas. A equipe utiliza estratégias para garantir equilíbrio e precisão dos equipamentos e já empregou sensores de cor para aprimorar a navegação dos robôs durante as missões.
O trabalho também é orientado por quatro pilares: Planejar, Acreditar, Aprender e Comprometer, que reforçam a importância da colaboração, do respeito e da dedicação durante o processo de aprendizagem.
Política educacional
As atividades da robótica educacional são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e estimulam o pensamento computacional e o aprimoramento de habilidades e competências importantes para desenvolvimento humano e tecnológico, por meio de uma metodologia ativa e alinhada à abordagem STEAM, que utiliza os conjuntos educacionais da Lego Education Spike Prime.
A Robótica integra a política pública Tecnologia no Ambiente Escolar, uma das 30 frentes estratégicas do Plano EducAção 10 Anos, que busca colocar a educação pública de Mato Grosso entre as cinco mais bem avaliadas do país até 2032.
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o retorno localizado próximo à Decorliz, na Avenida do CPA, passou a funcionar pelo sistema de laçada de quadra. A mudança faz parte da reorganização dos cruzamentos e retornos da avenida durante as obras de implantação do Sistema BRT.
Com a alteração, os motoristas que precisam fazer o retorno devem entrar na rua J, ao lado da Polícia Federal, seguir até o final da via e virar à esquerda na Rua Desembargador Trigo de Loureiro, onde poderão acessar o cruzamento semaforizado e seguir novamente pela Avenida do CPA, ou entrar na Rua Corumbá, próximo ao Hospital Femina.
A mudança segue o mesmo modelo que já está sendo adotado em outros pontos da avenida. Em vez de cruzar diretamente pelo canteiro central, o motorista utiliza as vias do entorno da quadra para realizar a conversão.
A reorganização é necessária porque os corredores do BRT funcionarão junto ao canteiro central da Avenida do CPA e não podem ter a interferência de veículos esperando para fazer a conversão. Com isso, os retornos diretos serão reduzidos e mantidos apenas em pontos onde a configuração viária não permite a utilização da laçada de quadra.
A Sinfra-MT orienta os motoristas a ficarem atentos à sinalização e que está proibido fazer a conversão diretamente pela avenida do CPA.
A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou, de terça a quinta-feira (6 a 8.10), uma qualificação em monitoramento e avaliação em Educação Permanente em Saúde para 70 profissionais da saúde de 17 municípios de Mato Grosso.
A formação tem como objetivo qualificar técnicos e gestores para construir indicadores, monitorar processos e avaliar resultados das ações educativas no Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo a tomada de decisão e a melhoria contínua.
Eles atuam diretamente na gestão da Educação Permanente em Saúde, nas Comissões de Integração Ensino-Serviço (CIES), Escritórios Regionais de Saúde e Secretarias Municipais de Saúde.
Foram qualificados trabalhadores de Cuiabá (35), Cáceres (5), Alta Floresta (4), Rondonópolis (4), Colíder (3), Várzea Grande (3), Diamantino (2), Juína (2), Peixoto de Azevedo (2), Sinop (2), Sorriso (2), Água Boa (1), Barra do Garças (1), Canarana (1), Confresa (1), Juara (1) e Porto Alegre do Norte (1).
Segundo a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, a ação mostra a capilaridade da qualificação.
“Tivemos uma adesão muito positiva: 70 trabalhadores de 17 municípios diferentes. Isso mostra que o monitoramento e a avaliação da EPS são necessidades reais dos territórios. Não basta fazer a formação, precisamos avaliar se ela está melhorando o cuidado no SUS”, destaca.